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Mostrando postagens com marcador Felipe opina. Mostrar todas as postagens
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9 de janeiro de 2011

Tem que montar um circo

Felipe Opina!
Sobre... Ronaldinho Gáucho e Assis

Como bem disse o vice-presidente do Palmeiras, Salvador Hugo Palaia, Ronaldinho Gáucho e seu irmão Assis deveriam "montar um circo". Ronaldinho até que não merece tanto mas esse Assis... pelo amor de Deus! A quanto tempo essa novela está no ar. Os clubes querem contar com o atleta o mais rápido possível e fazem esta brincadeira. Marcam coletiva para anunciar o futuro de Ronaldinho e apenas anunciam que ele romperá com o Milan... não me diga! Isso todos já sabiam.

O senhor Roberto Assis, está abusando da imprensa. Parece que o que ele não apareceu no holofótes está aparecendo agora, porque só se fala disso. Claro! Devem só falar, disso, já que Ronaldinho ainda é o ídolo da maioria dos brasileiros. Mas isso já é palhaçada! Acho que a diretoria do Grêmio e a do Palmeiras fizeram bem, só lamento pelos palestrinos, pois o tricolor gaúcho tem um bom elenco, mas o alvi-verde está carente de bons jogadores. E mesmo assim Assis não anuncia nada sobre o R10, dois fora da briga e ainda há discurssão! Agora a pergunta é: Flamengo ou Corinthians, e lá se vão mais algumas semanas...

Mas me pergunto: Porque tanto alvoroço para se ter um Ronaldinho? Vemos clubes como São Paulo, Vasco, Santos e Fluminense, Cruzeiro e companhia que não estão "nem ai" pro gaúcho. A contratação dele pelo Flamengo será uma grande besteira em minha opinião. Ele foi um excelente jogador, mas não é mais o mesmo! Será um outdoor para o clube rubro-negro, já que o futebol está escasso nos últimos jogos de Ronaldinho.

(O Felipe Opina! não terá mais a tradicional fotinha, pois acaba que me dá um trabalho extra e me desmotiva a fazer esta coluna que tanto gosto)

10 de dezembro de 2010

Seria bom implantar a tecnologia no futebol?

Felipe Opina!

Nos últimos anos diversas tecnologias foram lançadas para o futebol, mas ainda não foram aprovadas pela FIFA. Hoje a tarde em um amistoso entre jogadores de clubes paulistas contra jogadores de clubes cariocas houve a implantação desta tecnologia. Foi bom porque assim vimos o que daria certo, o que não vale apena e o que tem que ser aprimorado.

Ao meu ver o árbitro poder olhar no telão ou em uma televisão deve ser permitido, pois assim acabariam as discursões: se foi pênalti ou não? Estava impedido ou não?

Muito tem como argumento de que isso acabaria com a grassa do futebol, errar é humano e as discursões saudáveis em  bares, televisão e em casa acabariam. Acho que muito pelo contrário, o que ocorrerá será que estas discursões mudarão de foco, ao invés de a discursão ser se foi pênalti ou não será avaliando certos jogadores etc.

Um ponto fraco deste amistoso e que devemos melhorar foi o tempo que foi gasto para se ver na tv a repetição do lance. Quando houve o pedido de que revissem o lance juntou o árbitro, os auxiliares, o 4° árbitro e os dois capitães e demoraram um pouco para decidirem. Acho que deveria ser um espaço mais particular, aonde a imprensa não interrompesse, o que atrapalha o andamento do jogo, e quem sabe não precisa de todas essas pessoas apenas os dois técnicos – que já estão fora mesmo – e o árbitro.

Foi usado também o cartão azul, em que o jogador fica 1 0 minutos do lado de fora do campo. Isso aconteceu quando Antônio Carlos reclamou de pênalti e ficou fora pelo tempo estipulado. Bom este cartão, já que muitas vezes não acho justo um jogador ser expulso por uma falta boba em que levou amarelo e uma reclamação. Além disso ainda houve as substituições ilimitadas, o que não gosto, pois assim o time pode ir para um prorrogação muito diferente, tirando um pouco do clima de tensão e cansaço da prorrogação.

E você o que achou das novas “tecnologias” do futebol? Deixe um comentário com a sua opinião.

25 de novembro de 2010

#FairPlay


Muitos acham que o Fair Play são aqueles lances em que um jogador se machuca, o time joga a bola para lateral e o outro clube devolve para o jogo continuar como se nada tivesse acontecido. Isso é apenas um exemplo; a tradução de Fair Play é jogo limpo, por tanto tudo que seja limpo, correto e ético seria o Fair Play.

E entregar o jogo nas últimas rodadas seria algo ético? Claro que não. Acho que se um time quer ser campeão ele tem que jogar para vencer e não ficar contando com os outros times; rivais de quem lhe ameaça. O diretor palmeirense Wlademir Pescarmona alegou que se pudesse perdia de W.O contra o Fluminense, para complicar o Corinthians.

Eu "apoio" a mala branca, onde um clube paga o outro para vencer. Eu sei que é obrigação dos jogadores jogarem tudo o que podem, mas o dinheiro é um estimulo a mais. Mas entregar o jogo sou completamente contra. Infelizmente isso é a realidade e acontece, mas que é anti-ético é. Como o São Paulo "entregou", pelo o que parece, o jogo para Fluminense. Mesmo sendo são-paulino sou completamente contra desta atitude. Brincava com esta situação, mas acho que se um time quer ser campeão ele tem que vencer com o seu futebol e não com facilitadas nas rodadas finais.

19 de novembro de 2010

Dinheiro "compra" título?


Por mais que pareça o título não fala de supostas ajudas dos árbitros ao Corinthians, o que acho que não existe. Mas trata de uma questão bem curiosa. Será que um time com muito dinheiro pode se tornar "grande" e quem sabe ganhar um título?

Para tudo gosto de usar exemplos brasileiros, já que a maioria dos leitores (se não todos, acompanha o futebol nacional), portanto vejo um time como o Fluminense com jogadores caros, comprados e que não rendem o esperado. Fred custa uma boa grana para o tricolor todo mês e está a um certo tempo (e bota tempo nisso) machucado. Deco custou caro para o cofre do clube e até agora não rendeu. Seria o técnico? O esquema tático? Ou mesmo falta de disposição? Acredito que o caso de Fred seja especial, vejo ele como um famoso "chinelinho" que tem um status de ídolo, não sei como, se nunca joga. Já Deco não se encaixa com o perfil tricolor. O time de Muricy não tem espaço para dois meias avançados criadores de jogadas; precisa de um meia, assim como foi Hernanes (no São Paulo) e Diego Souza (no Palmeiras).

Gastar uma fortuna em jogadores desnecessários ao elenco
não seria um dinheiro jogado fora?
Mas e na Europa? No Velho Continente tudo é diferente. Times que não tinham grande expressão no futebol hoje são considerados grandes. Esse é o caso do Chelsea. Que nunca foi uma maravilha, mas após o magnata russo Roman Abrahmovic adquirir o clube ele cresceu com contratações caras e eficazes. Outro clube que vai no mesmo caminho é o Manchester City; que já contratou Robinho (emprestado ao Milan), Tévez, David Silva, Adebayor e companhia e vem se tornando estrela na Premier League.

Então quer dizer que no Brasil o dinheiro não basta? Ajuda sim. E muito, só que o conhecimento sobre a utilidade dos jogadores não parece ser reconhecida pelos dirigentes tupiniquins. Contratações desnecessárias de grandes nomes são feitas; e aos montes. 

O Fluminense ia tão bem com Conca sendo o maestro no meio; o clube precisava de um apoiador ofensivo, o que não aconteceu e Deco chegou perdido ao elenco. Outro exemplo bom é o São Paulo que não precisava do Cicinho em 2010. Mesmo que sem querer ele vchegou para zonear e fazer a desgraça (coitado) da torcida tricolor. O time foi campeão três vezes jogando com um time que passava bem; organizava o jogo no 3-5-2. Com a chegada de Ricardo Gomes o esquema tático mudou para o 4-4-2, mas de vez em quando existia a necessidade de um time mais organizado; mais tático. Só que com a chegada de Cicinho, um legítimo lateral, era impossível implantar o 3-5-2.

Na minha opinião dinheiro não "compra" título. Ajuda se souber ser usado. Jogadores caros não são sinônimos de vitória, como pensam muitos brasileiros. Jogadores com preços mais baixos podem ajudar muito mais do que um ex-seleção de 30 anos. Branquinho, do Atlético-PR, é um excelente exemplo de bom investimento. O Furacão não desembolçou uma quantia absurda e conseguiu um ótimo jogador que acredito que será vendido e dará lucros para o clube.

E você o que acha? Deixe um comentário com a sua opinião.

Obs: Essa foi a segunda edição do "Felipe Opina!" nesta semana. Pode ser que aconteça de ter mais de uma por semana; mas o garantido é uma vez por semana.

15 de novembro de 2010

Jeferson Silva


Esse é o nome vaiado por toda a torcida do Vasco, ontem, no jogo contra o São Paulo. Depois de ver o tricolor empatar o jogo com um golaço de letra o alvinegro se impôs e avançou; no último lance do jogo a bola sobrou para Jeferson Silva que errou ao não chutar de primeira; demorou e mandou a bola por cima do gol de Rogério Ceni. Um gol imperdível, como dizem: "até a minha vó fazia!".




Curiosamente esse tinha sido o primeiro chute de Jeferson Silva no Campeonato Brasileiro. Ele já havia entrado em outras 4 partidas, mas não tinha conseguido chutar à meta. Ele saiu vaiado. A torcida o chamava de burro. Mas quem estava mais errado: a torcida ou Jeferson?

O atacante poderia ser idolatrado pela torcida após marcar um gol contra o São Paulo no último minuto; mas talvez pela falta de experiência e acredito também que por falta de habilidade ele preferiu ajeitar a bola para o pé bom. Demorou e perdeu um dos gols mais feitos do Brasileirão, se não o mais.

O torcedor paga o ingresso para ir ao estádio e espera uma vitória de seu time. Quer ver raça e habilidade. E o que vê? Um gol de letra do time adversário e uma chance clara de gol perdida no último minuto. Mas por outro lado a torcida tem que apoiar o seu time de coração. Provavelmente o "apoio" desmotivou o garoto, sua primeira chance para fora; é chamado de burro por quase todo o estádio; imagina a pressão?

E você está de que lado da guerra? Da torcida? Acha que deveria xingar mesmo, pois aquilo era um gol feito? Ou de Jeferson Silva; pois pensa que é apenas um garoto e pegaram pesado demais? Vote na enquete.

Obs: Essa é a primeira edição do "Felipe Opina!" por tanto o banner ainda não está 100%, ainda farei ajustes.

12 de novembro de 2010

Colunas...

Nunca me dou certo com as "malditas" colunas. Já aconteceu de eu manter até uma certa longevidade, mas no fim acabaram não dando certo. Mais uma coluna "acabou". A "E se..." com as camisas de futebol não deve continuar no ar. Pode ser que volte em casos especiais como em um lançamento de uma camisa, ou um boato; ela tornará-se um plano secundário.

Para seu lugar entrará a coluna "Felipe opina!" que será postada uma vez por semana, sem data pré-estabelecida. Eu (Felipe Simonetti) opinarei sobre algum tema que está na mídia, se concordo, darei sugestões, analisarei um jogador, se deve ir para a seleção, se não deve etc.

O que acham?
Por ser algo mais simples tentarei mantê-la pelo maior tempo possível no ar.
Um abração