Semanas atrás não se diria que o São Paulo brigaria para entrar no G-4; o time fazia uma campanha acima do esperado e proporcionalmente a equipe rendia tanto quanto o líder Cruzeiro. O tempo foi passando, os erros foram aparecendo e contra a Chapecoense, o Goiás e o Criciúma o tricolor caiu de rendimento. Após a tempestade, entretanto, vem a bonança e com uma excelente partida contra o Bragantino (pela Copa do Brasil) Ganso e Pato parecem ter feito as pazes com o bom futebol. Deste modo, a dupla da lagoa tem dado mais alegria aos torcedores do que as bisonhas espalmadas de Rogério Ceni dão aos corintianos.
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10 de agosto de 2014
24 de outubro de 2013
O começo e o final do ano
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Faltando pouco mais de dois meses para o fim do ano, com um Brasileirão praticamente definido, o mais comum é que as equipes deem seus últimos piques para conquistar o que falta. Entretanto São Paulo e Corinthians tomaram rumos diferentes. O tricolor bateu em uma partida história o Universidad Católica e ainda tem uma Sul-Americana quase inteira pela frente. Já o Corinthians foi eliminado da Copa do Brasil e não tem nada para cumprir no nacional, o jeito é entrar de férias mais cedo.
11 de agosto de 2013
A soberba leva o São Paulo para o buraco
No fundo todos sabem que a culpa da péssima fase do São Paulo não deve-se apenas pelo que ocorre dentro de campo. Obviamente o pênalti perdido por Rogério Ceni, a inatividade de Luís Fabiano e companhia e a burrada de Aloísio fazem uma total diferença, porém um aproveitamento de 9 pontos de 36 possíveis envolve também a torcida, a diretoria e principalmente a soberba tricolor.
1 de agosto de 2013
#ProjetoÍbis2014
O São Paulo até poucas semanas atrás era considerado um soberano. Mesmo quando não vivia uma grande fase ainda colocava medo em seus adversários, quando esses iam ao Morumbi. As três estrelas vermelhas (que simbolizam o tri-mundial) eram uma marca de respeito até pouco tempo. Entretanto, tudo isso foi a baixo e ao invés de glórias, são as derrotas que tem marcado a história tricolor.
9 de maio de 2013
Massacre
Imagine que exista um time brasileiro que jamais venceu a Libertadores, com uma das maiores revelações brasileiras e um maestro de nível internacional, que enfrenta um tricampeão da competição e mesmo assim consegue massacrá-lo. E se esse hipotético time for o Atlético Mineiro que até anos atrás era mais cotado para rebaixamento do que para qualquer coisa?
O Galo mineiro não tomou conhecimento do São Paulo, que foi visitá-lo no estádio Independência, e criou um massacre da serra elétrica no Jason, que prometia renascer em Belo Horizonte; o resultado: 4 a 1 (agregado de 6 a 2). Ronaldinho foi mais que um jogador; foi mágico e com toda a sua qualidade e experiência comandou o alvinegro que avançou para cima da meta de Rogério Ceni com velocidade pelas pontas com Bernard e Diego Tardelli e eficiência com o centro-avante Jô.
O jogo passou longe de ser disputado. No primeiro tempo o time de Cuca só não abriu ao menos três gols de diferença por milagres. Rafael Toloi salvou uma bola quase em cima da linha e Rogério deu sorte ao ver Jô finalizar em cima dele, Tardelli escorar de cabeça para fora e Ronaldinho cobrar um falta no travessão logo no início da partida. 1 a 0 foi a parcial ao fim da primeira etapa; gol mais do que merecido do guerreiro Jô, o qual exerceu eficientemente o papel de artilheiro.
No segundo tempo tudo o que dava mais ou menos certo com o São Paulo na primeira metade (como as chances com Douglas, Ganso e Luís Fabiano) sumiu. O Rogério Ceni que salvou (mesmo que no susto) no início, foi lamentável e sofreu três gols defensáveis. Primeiro Jô marcou mais um, acertando um chute entre as pernas do camisa 01; depois Toloi, que havia salvo seu time, entregou de bandeja para Tardelli se antecipar à Rogério e encobri-lo; e para encerrar Ronaldinho maestrou e deu um passe para o terceiro gol do camisa sete atleticano.
Quem diria anos atrás que o Atlético Mineiro seria esse time todo citado no início do texto? Quem diria que o Galo mineiro seria o favorito ao título da Libertadores, o quem sabe se classificaria para a Libertadores? O imprevisível aconteceu, como é de praxe no esporte; afinal: O futebol é uma caixinha de surpresas.
*Um partidaço (obviamente para o clube mineiro), que infelizmente terminou mal para o Atlético, que teve Rosinei expulso de forma covarde ao dar um soco em Carleto. Agora é aguardar a punição; qualquer coisa menor que quatro jogos de suspensão será pouco, devido aos critérios da Conmebol adotados com Luís Fabiano e Vanderlei Luxemburgo.
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5 de maio de 2013
O que acontece com o São Paulo?
O São Paulo possui um excelente plantel, com reserva que seriam facilmente titulares em outros clubes e um time titular, que possui dois jogadores de Seleção Brasileira (Osvaldo e Jádson), além de Paulo Henrique Ganso, Rogério Ceni e Luís Fabiano. Apesar disso tudo, quem enfrentará o Santos na final do Paulistão será o Corinthians e quem provavelmente alcançará as quartas-de-final será o Atlético Mineiro. Por que?
Como o volante do São Paulo, Denílson, afirmou ao final da partida, ninguém sabe o que aconteceu. O Tricolor tem um time dedicado, entrosado, de bem com o técnico e que estava "no céu" depois de conquistar a concorrida vaga de classificação para as oitavas-de-final da Libertadores. Entretanto, hoje, parece voltar ao inferno de semanas atrás, quando estava praticamente eliminado da competição mais importante das Américas e não seria exagero dizer que o time de Ney Franco está entrando em uma crise.
As lesões tem atrapalhado demais a equipe do Morumbi, que nos últimos dois jogos teve três jogadores lesionados: Aloísio e Rhodolfo na quinta e Osvaldo hoje. As expulsões também têm sido grandes problemas: Lúcio levou o vermelho contra o Atlético, enquanto Luís Fabiano já estava suspenso a um bom tempo.
Jádson e Ganso estão se entrosando, Luís Fabiano mostrou hoje um futebol digno de matador; Toloi foi um xerife na defesa, enquanto o resto do time exercia sua função bem. Não falharam, mas mesmo assim foram punidos pelo comodismo, assim como foi na quinta-feira.
"A bola pune", como dizia Muricy Ramalho e está punindo o Tricolor, que mesmo com um ótimo elenco e um bom futebol vem perdendo as partidas devido a enorme número de desfalques e principalmente à folga com que tem encarado resultados perigosos.
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3 de maio de 2013
Pintando de Amarelo #001
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A fase do mata-mata da Taça Libertadores chegou e todos os seis clubes brasileiros (Atlético Mineiro, Corinthians, Fluminense, Grêmio, Palmeiras e São Paulo) avançaram. Com um confronto de brasileiros, uma reedição de final e outras partidas emocionantes os jogos de ida se encerraram e impuseram metas as clubes que buscam se classificar às quartas-de-final da competição mais importante das Américas.
Partindo deste ponto tive a ideia de criar uma coluna neste blog, a Pintando de Amarelo, para analisar o desempenho dos representantes do Brasil na Liberta. Com breves comentários analisarei as partidas destes clubes jogo após a jogo. A primeira leva de partidas já se foi hoje, sendo assim, gostaria que os leitores avaliassem essa idealização nos comentários, que pouco a pouco ela se moldará ao gosto de quem acompanha este blog.
Atlético Mineiro
O Galo mineiro foi polivalente neste primeiro jogo; no Morumbi, compareceram e se aproveitaram da expulsão de Lúcio e da precoce lesão de Aloísio. Mesmo saindo atrás correram bem atrás do placar e arrancaram uma virada por 2 a 1, com gols de Ronaldinho Gaúcho e Diego Tardelli.
Corinthians
Jogando na lotada Bombonera, o Timão fez uma partida abaixo do que costuma demonstrar, mas mesmo assim disputou a vitória com o Boca Juniors. Os argentinos marcaram duas vezes, mas apenas o gol de Blandi valeu, já que no outro lance havia impedimento. A derrota não é boa, todavia é um placar completamente reversível para a fiel torcida corintiana.
Fluminense
O Fluminense não sentiu efetivamente a altitude de Guayaquil contra o Emelec, porém saiu do Equador com uma derrota por 2 a 1. Leandro Euzébio marcou contra, o Flu empatou com um golaço de Wagner e no final da partida os equatorianos marcaram de pênalti. Perder nunca é bom, mas para se classificar o time de Abel Braga necessita de uma simples vitória por 1 a 0 no Rio de Janeiro.
Grêmio
Em sua bela arena, o Grêmio suou para bater o até então invicto Santa Fé. Comandados por Elano, o tricolor gaúcho marcou com Vargas (o seu primeiro na Arena Grêmio), teve Cris expulso, sofreu um de pênalti e nos minutos finais marcou com Fernando. O volante acertou um petardo de fora da área e do jeito mais sofrido possível venceu a partida, bom resultado, já que o jogo de volta será fora de casa e na altitude.
Palmeiras
Apesar de um 0 a 0 contra o Tijuana parecer um resultado ruim, o placar alcançado pelo Palmeiras é excelente, visto que jogaram fora de casa. Além disso, tiveram que bater a dificuldade da grama sintética do Estádio Caliente. Agora, o Verdão precisa apenas de uma vitória simples em casa para avançar às quartas.
São Paulo
O São Paulo começou bem, vencendo o Atlético Mineiro baseado na raça com um gol de Jádson, mas de virada foi derrotado por 2 a 1 dentro de casa. Um péssimo resultado, já que assim terá que brigar para vencer o Galo no Estádio Independência por placares maiores como 2 a 0 e 3 a 2. Lúcio foi um grande responsável por essa derrota, visto que foi expulso e comprometeu o bom futebol apresentado pelo tricolor nos primeiros 35 minutos.
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28 de abril de 2013
Em busca do título
Santos, Mogi Mirim, Corinthians e São Paulo bateram seus adversários; uns mais difíceis outros mais fáceis; alguns jogaram melhor, outros pior, mas o que interessa nesta fase, que chegamos, tão decisiva é que todos estão em busca do título.
O Santos, mesmo jogando melhor, eliminou o Palmeiras com uma certa dificuldade; a definição só saiu nos pênaltis. Seu adversário, Mogi Mirim, decidiu sua classificação de forma bem diferente: goleou o Botafogo por meros 6 a 0. Mesmo com a diferença de dificuldade das partidas esse confronto da semifinal será um embate e tanto, devido ao time mais fraco ter goleado e ao mais forte ter passado por pouco. O Peixe segue como favorito, mas o Mogi passa a não ser uma carta fora do baralho.
O outro confronto das semi é bem mais complicado. O São Paulo venceu o Penapolense por apenas 1 a 0, com ótima atuação de Osvaldo, alguns bons passes de Ganso e vários milagres de Rogério Ceni; e agora pega o Corinthians, que não se intimidou pela zebra que a Ponte Preta se tornaria e despachou a Macaca com uma goleada por 4 a 0. Esse resultado também é uma incógnita, afinal, o líder passou no aperto, enquanto o Corinthians (quinto colocado) passou com facilidade por um rival mais complicado. O palpite (um mero palpite) fica para o Timão, que deve se "aproveitar" do azar tricolor nos últimos anos nas semi do Paulistão e do retrospecto do último clássico para ir à final.
São Paulo versus Corinthians e Santos contra Mogi Mirim: duas incógnitas. Será que o São Paulo quebrará o tabu das semi, a qual não avança desde 2007, ou verá o Corinthians tentar mais uma vez o título? O Santos chegará mais próximo do tetra do Paulistão ou o Mogi Mirim será a surpresa do ano chegando à final? Todas essas perguntas serão respondidas no fim de semana que vem.
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#VermelhoACorDaRaça
Enquanto o São Paulo decidia contra o Penapolense o seu futuro no Paulistão eu além de analisar o jogo, examinava a camisa especial feita pela Penalty, fornecedora do Tricolor Paulista, para a inauguração do Morumbi totalmente vermelho: das cadeiras as redes com destaque, obviamente, para a camisa.
Definitivamente o uniforme ficou inovador. Todos esperavam uma camisa vermelha com detalhes em branco e preto, contudo o time de Paulo Henrique Ganso, Jádson e Osvaldo entrou em campo com uma camisa totalmente vermelha. Escudo, patrocinadores, gola e faixas: todas vermelhas, porém em tons diferentes.
A camisa do goleiro-artilheiro, Rogério Ceni, não poderia ser da mesma cor, portanto, fizeram com o mesmo formato, todavia em branco.
Vou admitir que esperava bem mais para estas camisas, entretanto para esta data a ideia ficou bem legal. Como hoje era o "dia do vermelho" a Penalty fez uma camisa completamente vermelha; com um vermelho vivo e vários tons, o que deu um ar imponente ao manto tricolor. Sinceramente, preferi a camisa do Rogério Ceni, mas pelo simbolismo a dos jogadores ficou bem legal.
Pode até ser que com alguns detalhes em branco ou preto a camisa ficasse mais bonita, mas assim a frase (e hashtag) #VermelhoACorDaRaça talvez não fosse tão bem representada.
21 de abril de 2013
Acabou!
Até agora foram dezenove rodadas de pura enrolação e enfim chegou o mata-mata do Campeonato Paulista. Enquanto o Cariocão preza pela emoção dos diversos jogos eliminatórios, parece que Paulistão valoriza mais a monotonia, já que os gigantes jogam clássicos que pouco valem e quando classificados ainda tem que encarar umas quartas-de-final.
Enfim o tédio acabou e São Paulo, Mogi Mirim, Santos, Ponte Preta, Corinthians, Palmeiras, Botafogo e Penapolense, respectivamente, se classificaram e se enfrentarão em empates de apenas um jogo (exceto na final). Novamente os quatro grandes se classificaram, todavia é bom destacar que caso apenas os quatro primeiros se classificassem (como já foi), Palmeiras e Corinthians estariam fora do mata-mata.
Dos quatro jogos apenas um dará uma real emoção aos torcedores: o clássico entre Palmeiras e Santos. O Peixe não vive seu melhor momento, mas mesmo assim é favorito diante do Palmeiras, que apesar de estar nas oitavas-de-final da Libertadores tem um elenco aquém do nome da instituição Palmeiras. Neymar é o fator desequilibrante e se o Verdão não der o foco necessário a competição, devido à Liberta, pode acabar sendo massacrado.
Em segundo lugar temos um outro jogo interessante, o Corinthians e Ponte Preta. A notoriedade da partida deve-se à Macaca ter perdido apenas uma vez na competição (para o Palmeiras) e ter conseguido vencer o Santos e o próprio Timão, além de empatar com o São Paulo. Ainda assim, o Corinthians é o favorito, visto que possuí um elenco de ouro, todavia o time da Ponte não é de se descartar e pode novamente pregar uma peça na equipe de Tite.
O São Paulo por ter sido o líder da fase classificatória enfrentará a pior equipe, teoricamente: o Penapolense. Jádson, Osvaldo, Luís Fabiano e Rogério Ceni tem tudo para passarem, facilmente, pelo time interiorano, afinal foram regulares o campeonato inteiro e só tiraram o pé quando a liderança já era certa. Entretanto, assim como o Palmeiras pode deixar a competição em segundo plano, para não desperdiçar a tão difícil classificação sobre o Atlético Mineiro, na Libertadores.
O jogo restante é entre Botafogo e Mogi Mirim, que sem querer desprezar os clubes interioranos - mas já desprezando - é o menos interessante. Nenhum dos dois é candidato ao título e provavelmente quem vencer esse duelo será eliminado pelo vencedor de Palmeiras e Santos.
O desinteressante Paulistão está próximo de ter sua primeira final enquanto o Cariocão se aproxima de sua segunda e quem sabe de sua terceira. Falta emoção nessa campeonato. Chegamos a um ponto tão deprimente que classificamos como interessante um momento em que se tem oito clube, sendo que apenas quatro deles disputam o título e dois desses sem enfrentam logo na primeira partida. Abaixo o monotonismo.
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14 de fevereiro de 2013
Só um canta de Galo
O Galo forte de vingador acordou novamente e de volta à Libertadores e contra o São Paulo, não se intimidou e com o menino Bernard e os nem tão meninos, Réver e Ronaldinho, decretou a vitória no estádio Independência, seu novo trunfo.
O Atlético Mineiro desde que começou a jogar no estádio Independência mudou de face. O fraco e decadente Galo reviveu e voltou a ser conhecido conhecido como o Galo forte e vingador, descrito no hino. Desconhecendo essa antiga fama do clube, o São Paulo tentou invadir o poleiro, mas foi o time de Ronaldinho Gaúcho, Réver e Diego Tardelli que cantou de galo.
A grande massa atleticana ainda se acomodava nas dependências de "seu" estádio para ver a reestreia de Diego Tardelli e Ronaldinho já tratou de receber a bola tão malandramente (será?) como bater falta por de baixo da barreira e bater cruzado para Lúcio e Jô se embolarem e abrirem o placar. A primeira falha da defesa tricolor já estava ai, no primeiro gol. Desconhecendo as regras do futebol, fizeram a popular linha burra em cobrança de lateral, na qual não há impedimento.
A partir disso o jogo pegou fogo. Bernard e R10 não deram descanso a Rhodolfo, Lúcio, Rogério Ceni e companhia. Os torcedores tricolores já estavam aflitos em casa e cabisbaixos só esperavam o segundo gol do Atlético. Segundo tento, o qual só foi aparecer quando era justamente o São Paulo que dominava a partida. Aloísio, Osvaldo e Jádson (depois Ganso) já tinham uma certo controle sobre o jogo, todavia foram negligentes e respeitosos demais e aí estava a segunda falha capital. O respeito foi tão excessivo que só assistiram o camisa dez alvinegro cruzar para a torre, Réver, fazer o segundo aos 27 do segundo tempo.
As esperanças iam embora junto com os torcedores tricolores que já cruzavam os portões de saída do Independência. Justamente nesse momento, Aloísio pôde invadir a área e chamar de volta o ânimo e os torcedores com um gol aos 37 do segundo tempo. Daí pra frente o Galo fechou a porta do poleiro para tentar a invasão. Foram muito eficientes, mas também contaram com a sorte. Marcos Rocha afastou mal a bola e deixou para Ganso que de frente para o gol perdeu e determinou mais um jogo de invencibilidade do Atlético Mineiro dentro de "seu novo estádio".
Apesar de Ronaldinho ter usado toda a sua malandragem e ter efetuado duas assistências, o meu prêmio de homem-do-jogo fica com o Réver, que de tão conciso e seguro na defesa, foi para a área adversária deixar o seu gol. Os pernas-de-pau foram definitivamente os defensores do São Paulo, que lentou e confusos deixaram o ataque mineiro deitar e rolar.
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24 de janeiro de 2013
Perfeito
O São Paulo já entrou de cabeça na Libertadores. Em uma partida importantíssima, que poderia definir o destino do clube na competição, o Tricolor deu o sangue e enfiou cinco gols nas redes do medíocre Bolívar e mostrou porque o Tigre não voltou para o segundo tempo na final da Sul Americana.
O time tricolor foi simplesmente perfeito. Todos jogaram bem. Rogério Ceni, um dia após seu aniversário não só fez defesas improváveis, como também marcou o quinto gol dessa goleada. Rhodolfo e Lúcio foram impecáveis, sendo que esse segundo evidenciou que pode ser o xerifão que faltava. Os laterais foram bem, principalmente Douglas, que ajudou o estreante e ainda não entrosado, Aloísio a conduzir os ataques.
Wellignton e Denílson te, a avaliação de sempre: não muito presentes, contudo indispensáveis na retenção e criação de jogadas. Jádson já se mostra entrosado. Foi preciso nos passes e ainda pareceu bem no ataque para fazer o quarto gol tricolor. Os três atacantes foram bem efetivos. Na direita apareceu Aloísio, que não marcou, mas finalizou bem, além de ter dado o passe para um dos dois gols de Luís Fabiano. Na esquerda veio o melhor em campo, Osvaldo. O camisa dezessete correu, passou, driblou e guiou o Tricolor do Morumbi para a vitória com o primeiro gol da partida, o verdadeiro gol de placa. Osvaldo ainda deu o passe para o gol de Jádson e sofreu o pênalti para o de Ceni. Um grande jogador, que na comemoração de seu tento mostrou também ser uma grande pessoa ao ir abraçar o goleiro ídolo e agora quarentão.
Foi um enorme passo dado na Libertadores. Uma partida que caso fosse vencida por escassos gols poderia complicar o São Paulo na altitude da Bolívia. O time foi perfeito, assim como o placar que dá folga para Ney Franco testar novos jogadores ou uma nova formação onde caiba Osvaldo, Jádson, Ganso e quem sabe até Cañete, que entrou e demonstrou que não está no clube apenas para esquentar o banco.
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21 de janeiro de 2013
Toquem as trombetas, porque rola a bola no Paulistão!
O melhor campeonato estadual já deu seu início. O Paulistão teve seus jogos de abertura e os quatro grandes do estado terão cobertura com comentários e análises no NossoFutebolClube.
O Palmeiras não estreou como queria e apenas empatou com o fraco Bragantino. Eles foram superiores, tanto que Fernando Prass não foi acionado, contudo a mira não estava calibrada e Barcos não conseguia converter as chances criadas por Souza (o destaque da partida) em gol. Apesar das falhas vitória poderia ter aparecido, caso o atacante argentino não tivesse desperdiçado uma cobrança de pênalti.
O Corinthians até conseguiu um resultado melhor: 1 a 1 com o Paulista. Todavia o futebol apresentado também ficou abaixo do esperado. Zizhao foi considerado o melhor do jogo por muitos jornais, principalmente pela grande assistência ao gol corintiano, entretanto ele ainda precisa melhorar (e muito) seu domínio de bola.
Diferentes de seus rivais São Paulo e Santos mostraram um futebol muito melhor. O Peixe foi guiado por Neymar que anotou dois e viu Patito lançar para o frio Miralles marcar o seu e ameaçar a vaga de titular de André. A estreia de Renê Jr ofuscou a de Montillo e o volante deve assumir a titularidade. Mesmo com a vitória o time de Muricy deve ficar atento, pois passou o jogo no sufoco e só conseguiu fazer o 2 a 1 quando faltavam dez minutos para o fim do jogo.
Com o Tricolor do Morumbi o jogo foi mais tranquilo. Ainda que Rhodolfo tenha falhado pelo chão e Lúcio pelo alto o clube não sofreu gols. Ganso e Jádson se deram muito bem juntos em campo. O camisa oito deu um belo passe de calcanhar para Osvaldo cruzar para Luís Fabiano abrir o placar. Já Jádson fez o seu gol com um ótimo giro e um belo chute.
O time do Morumbi foi o destaque da primeira rodada, uma vez que não sofreu gols e demonstrou regularidade. Logo atrás vem o Peixe que também jogou muito bem, porém precisa de acertos pontuais. O Palmeiras demonstrou garra e determinação, mas faltam peças-chaves para o time ir para frente. Já o Corinthians não posso analisar, visto que não foi com força total em sua estréia.
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17 de janeiro de 2013
NFC Cast #1 - Preparação para 2013 - São Paulo
2012 já passou e as memórias boas ficaram. Alguns, como o Corinthians, tem muito do que lembrar, afinal conquistaram a inédita Libertadores e o bi Mundial! O São Paulo não fica atrás, já que conquistou uma das taças que faltava em sua coleção: a Sul Americana. O Santos conseguiu também levar os seus: o Paulistão e a Recopa. Já o Palmeiras... pobre Palmeiras, conquistou a Copa do Brasil graças a Marcos Assunção e foi rebaixado no Brasileirão. Agora eles se reforçam para manter, melhorar ou tentar surpreender em um 2013 que promete.
| Os clubes paulistas não param, assim como a famosa Av. Paulista. |
Confira essa primeira edição do NFC Cast com participação especial de Vitor Foschi, dono do blog Alçapão do Santista (www.alcapaodosantista.blogspot.com), na qual comentamos a montagem de elenco para as competições desse ano que acabou de chegar. Clique e confira:
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16 de janeiro de 2013
Menos alarde, por favor!
Juvenal reclama de leilão e não negocia mais por Vargas

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"Presidente do São Paulo acusa Napoli de mudar pedida quatro vezes e se diz decepcionado com fracasso na contratação do atacante chileno"
Meio-atacante e também meio-craque. Eduardo Vargas, do Napoli, não merecia toda essa atenção sobre sua transferência para o futebol brasileiro, afinal, está longe de ser uma solução ou uma certeza de sucesso. São Paulo e Grêmio brigaram com unhas e dentes pelo chileno e depois de mais de um mês a novela parece estar chegando ao fim e os capítulos finais devem ser em Porto Alegre.
Vargas é um ótimo jogador, óbvio. Não me atreveria a dizer que não é uma boa contratação, afinal tem faro de gol, velocidade e ótima finalização, porém não é nenhuma estrela do futebol mundial. Estamos supervalorizando o ator-mirim desse drama sem fim. No São Paulo seria melhor aproveitado, afinal, supriria a falta de Lucas, todavia no Grêmio ele chega para ser um luxo a mais do elenco.
Portanto, menos alarde, por favor! Novela já tem demais, quero ver é futebol.
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13 de dezembro de 2012
É (sou) campeão!
“100% de esforço onde houver 1% de
chance”. O popular ditado citado expressa a raça e comprometimento que devem
ser dados, principalmente, nas situações difíceis. Pensamento, o qual o Tigre
não seguiu a risca na noite desta quarta-feira, quando preferiu não voltar ao
gramado no segundo tempo.
A final não é uma situação cotidiana a
nenhum clube, por melhor que ele seja, portanto o humilde time argentino não
poderia ter desprezado-a, independentemente do que aconteceu no vestiário com a
polícia, os seguranças ou os jogadores do São Paulo. É também importante
ressaltar que só houver toda essa desavença devido ao comportamento indisciplinado
dos argentinos dentro e fora de campo na Argentina e no Morumbi.
Apesar de toda essa discussão em
relação ao o que teve e o que deixou de ter no vestiário do Morumbi a partida
foi muito feliz. Feliz para mim, que como são-paulino voltei a sorrir depois de quatro longos anos sem título, com uma conquista. Feliz para o meia Lucas que se despede demonstrando
habilidade (devido a seu gol e sua assistência para o gol de Osvaldo),
humildade (pelo choro sincero demonstrado na festa) e principalmente sensatez
nos momentos de desavenças com os adversários. E feliz obviamente para o clube
que valorizou seus jogadores e conquistou novos torcedores, após essa
meia-vitória por 2 a 0.
Essa conquista deve-se principalmente
a um nome, o do camisa sete que como disse o capitão do Tricolor, Rogério Ceni “é
o diferencial” e “abre as defesas adversárias”. Desejo sorte ao Menino de Ouro
que a partir de janeiro viverá em Paris, todavia sempre carregando um pouco de
São Paulo consigo, já que como o próprio Lucas disse, ele ama “esse clube”.
Independentemente do que houve nos
bastidores, o São Paulo foi merecedor do título. Lucas foi merecedor dos
prêmios e do reconhecimento e o que importa, como disse o goleiro-ídolo
tricolor não são os quadros que deixará no Morumbi e no CT, mas sim os que ele
deixará na casa e no coração dos torcedores. O título de hoje não expressa apenas mais uma conquista, mas também o marco de uma história com Rogério Ceni, Lucas, Luís Fabiano, Ney Franco e tantas outras figuras agora importantes na história do "Maior do Mundo".
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Nesses momentos a imparcialidade clubística é difícil de não ser exposta. Por este motivo optei pelo título "É (sou) campeão!", já que mostra uma visão até certo ponto imparcial, mas também como torcedor, quando revelo o que senti no decorrer da epopeia vista hoje no Morumbi.
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29 de novembro de 2012
O Tricolor: Na final!
O jogo de hoje foi o mais emocionante como torcedor são-paulino da minha vida. Não acompanhei intensamente os Brasileirões de 2006 e 2007; muito menos a Libertadores e o Mundial de 2005. Em 2008 até sofri, contudo nada foi como hoje.
Se eu sempre defendi a tese de que se o jogo terminou em 0 a 0 foi ruim, hoje retiro tudo o que disse. Um jogaço (talvez o melhor do Tricolor no ano), no qual a maioria dos ataques foi por meio de Osvaldo, Lucas, Jádson Denílson e Luís Fabiano.
Se no total me emocionei pela intensidade e eficiência com a qual o "Maior do Mundo" atacava, o final foi de apertar o coração. Os últimos dez minutos foram praticamente de exclusiva pressão chilena. Sofremos com bombardeios aéreos, mas nossos guerreiros de defesa impediram com que algo atingisse o nosso gol. Rafael Toloi, Wellington, Rhodolfo e Rogério Ceni, todo de parabéns.
As laterais foram verdadeiras avenidas. Cortês e Paulo Miranda aceleraram tanto quanto Lucas e Osvaldo e isso deu uma força total do clube. Todos os setores eficientes.
Emocionado, escrevo esse texto. Jamais sofri tanto com o Tricolor do que com esse jogo. Agora, Ney Franco e seus auxiliares devem focar na final para essa emoção não acabar por aqui.
#RumoAoTítulo
Como torcedor do São Paulo, senti necessidade de um espaço para comentar o que vivo como amante do clube paulista. Leitores e principalmente Tricolores, o que acharam desta ideia?
26 de outubro de 2012
Aposenta, Mito
Rogério Ceni, já está na hora de você se aposentar. Não digo isso porque não gosto do goleiro - muito pelo contrário, o considero o meu maior ídolo no mundo do esporte - mas sim pelo que sempre se diz quando um jogador vai chegando na terceira ou quarta dezena de sua vida: "ele tem que sair por cima". Com título ou não, classificação para a Libertadores ou não, aposente-se Rogério. Hoje você já está consagrado, já é um mito.
Está na hora de parar, pois já não lhe falta mais nada. Títulos e recordes ele tem de sobra, assim como demonstrações de carinho apresentadas não só pelo São Paulo, mas também por torcedores de outras equipes. Ele é ídolo nacional e hoje tem uma muito mais a perder do que a ganhar.
A conquistar falta pouco, ele já tem de "tudo". A perder ainda tem muito. O futebol pune facilmente um atleta e um jogo perdido, uma eliminação ou um frango podem queimar uma imagem de insuperável e ídolo de todos (sejam corintianos, palmeirenses ou santistas) que demorou 20 anos para ser construída. Ou mesmo pode sofrer uma lesão e ter que anunciar sua aposentadoria de muletas sem o prazer de poder, sozinho, lotar um Morumbi de fãs emocionados.
Ele é um mito e ídolo para todo são-paulino. Fez tudo (talvez até demais) pela torcida do clube pelo qual ama de coração, agora está na hora de fazer por ele. Deve parar, refletir e aposentar como ídolo imortalizado, capitão, goleiro-artilheiro e um mito embaixo das traves: aposenta, Rogério.
30 de agosto de 2012
Do jeito que o esporte gosta
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| Os caras do jogo |
O São Paulo, durante e após a Era Muricy Ramalho, ficou conhecido pelo time que jogava por resultado. Fazia 1 a 0, se fechava, trocava atacante por volante e considerava aquilo um grande resultado. Vários técnico passaram pelo clube tentando mudar a filosofia de jogo, contudo falharam. Hoje, Ney Franco mostrou ser capaz de fazer o que ninguém fez de 2006 pra cá.
O técnico se aproveitou das falhas defensivas e do poder de fogo insuficiente do Botafogo e mandou o time todo pro ataque. O primeiro gol saiu logo aos 5 minutos, com Luís Fabiano driblando Jéfferson e marcando mais um golaço no Brasileirão.
O jogo estava nas mãos do São Paulo que não se fechou, como o time de meses atrás, mas foi para cima com o intuito de ampliar o placar. O problema era o goleiro Jéfferson que como uma muralha não deixava nada passar.
Se de um lado o camisa 1 garantia o 1 a 0, do outro o "01" evitava o empate. Rogério Ceni também fez boas defesas nos momentos bons do Botafogo no início do segundo tempo. Quando os botafoguenses acreditavam no empate Ney Franco fez o inesperado, sacou Paulo Assunção, colocou Osvaldo e deu mais movimentação no jogo, botando mais fogo no adversário.
Desta forma não demorou para sair mais gols. Osvaldo fez o 2 a 0 em um rebote do chute de Luís Fabiano. Aproveitando que o Fogão estava quase desligado - em fogo baixo - Lucas tirou da defesa e ampliou dois minutos mais tarde. E ainda teve espaço para mais um. Osvaldo tirou de Jéfferson e passou para Cícero completar a goleada.
Lucas, Luís "Fabuloso" e Jádson foram os caras da partida. Decidiram com dribles, assistências e gols. O camisa 10 foi o que mais surpreendeu e já entrosado com a equipe armou o jogo como um verdadeiro camisa 10.
O São Paulo assim, jogou como o esporte gosta: pra frente, com gana de marcar mais gols e ampliar o placar. Para coroar a atuação, saíram do gramado aos gritos de "o campeão voltou". É cedo para dizer, porém com esse futebol o time do Morumbi vai longe.
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22 de agosto de 2012
O Mercadinho
A janela brasileira de transferências pode já estar fechada, porém o mercado continua movimentado. É um especulado daqui e dacolá que não acaba. Os nomes mais falados da vez são do Imperador destronado, Adriano, e do "mais craque do que nunca", Paulo Henrique Ganso. O primeiro que acertou com seu clube de coração, o Flamengo e o segundo que recebe propostas de um dos maiores rivais do Santos, o São Paulo.
Adriano
Se seu destino não fosse o Flamengo eu recusaria imediatamente a transferência, porém o atacante tem uma identificação inexplicável com o clube rubro-negro. Há quem diga que "se em São Paulo ele não tinha amigos e já fazia a festa não jogava nada imagine no Rio de Janeiro, onde tem". Se esse era um argumento que defende a ideia de que o Imperador não jogará nada no Rio, eu discordo e penso o inverso. Próximo da família e das comunidadex cariocax o tristonho camisa 10 de 2009 rendeu o que ninguém esperava, portanto, por que não acreditar nele? Por um salário abaixo do que o Flamengo costuma pagar por atletas conhecidos (quem sabe uns 100 mil) e algumas clausulas que permitam o clube se livrar do atleta sem dó nem piedade quando quiser, o negócio aparentemente fechado pode ser ótimo.
Ganso
Já se foi o tempo em que Ganso ficava mais craque a cada dia. Durante o período em que se recuperava de sua lesão (2010-11) os torcedores exaltavam cada vez mais o atleta que já era chamado de melhor do que Neymar. Hoje, é um meia bom, contudo nada de outro mundo, como disseram que seria.
Já se foi o tempo também que o relacionamento com o Santos era dos bons. Hoje uma renovação está emperrada e seu nome já é cotado em outros, clubes (inclua aí os rivais que PH declarou que jamais vestiria as camisas). O São Paulo (aí) é o mais interessado e as negociações já estão avançadas. Hoje, o Peixe recusou as 10,7 milhões de sardinhas pelo "craque" e pede mais do que o dobro. Uma proposta de cerca de 15 milhões mais uns trocados (lê-se Casemiro e Juan) pode pintar por aí.
Acha que o Imperador daria certo no Fla? Acha que ele ainda tem mercado? E Ganso? Como seria o seu São Paulo com o camisa 10? Comente.
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