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24 de outubro de 2013

O começo e o final do ano



Faltando pouco mais de dois meses para o fim do ano, com um Brasileirão praticamente definido, o mais comum é que as equipes deem seus últimos piques para conquistar o que falta. Entretanto São Paulo e Corinthians tomaram rumos diferentes. O tricolor bateu em uma partida história o Universidad Católica e ainda tem uma Sul-Americana quase inteira pela frente. Já o Corinthians foi eliminado da Copa do Brasil e não tem nada para cumprir no nacional, o jeito é entrar de férias mais cedo.

13 de dezembro de 2012

É (sou) campeão!



“100% de esforço onde houver 1% de chance”. O popular ditado citado expressa a raça e comprometimento que devem ser dados, principalmente, nas situações difíceis. Pensamento, o qual o Tigre não seguiu a risca na noite desta quarta-feira, quando preferiu não voltar ao gramado no segundo tempo.

A final não é uma situação cotidiana a nenhum clube, por melhor que ele seja, portanto o humilde time argentino não poderia ter desprezado-a, independentemente do que aconteceu no vestiário com a polícia, os seguranças ou os jogadores do São Paulo. É também importante ressaltar que só houver toda essa desavença devido ao comportamento indisciplinado dos argentinos dentro e fora de campo na Argentina e no Morumbi.

Apesar de toda essa discussão em relação ao o que teve e o que deixou de ter no vestiário do Morumbi a partida foi muito feliz. Feliz para mim, que como são-paulino voltei a sorrir depois de quatro longos anos sem título, com uma conquista. Feliz para o meia Lucas que se despede demonstrando habilidade (devido a seu gol e sua assistência para o gol de Osvaldo), humildade (pelo choro sincero demonstrado na festa) e principalmente sensatez nos momentos de desavenças com os adversários. E feliz obviamente para o clube que valorizou seus jogadores e conquistou novos torcedores, após essa meia-vitória por 2 a 0.

Essa conquista deve-se principalmente a um nome, o do camisa sete que como disse o capitão do Tricolor, Rogério Ceni “é o diferencial” e “abre as defesas adversárias”. Desejo sorte ao Menino de Ouro que a partir de janeiro viverá em Paris, todavia sempre carregando um pouco de São Paulo consigo, já que como o próprio Lucas disse, ele ama “esse clube”.

Independentemente do que houve nos bastidores, o São Paulo foi merecedor do título. Lucas foi merecedor dos prêmios e do reconhecimento e o que importa, como disse o goleiro-ídolo tricolor não são os quadros que deixará no Morumbi e no CT, mas sim os que ele deixará na casa e no coração dos torcedores. O título de hoje não expressa apenas mais uma conquista, mas também o marco de uma história com Rogério Ceni, Lucas, Luís Fabiano, Ney Franco e tantas outras figuras agora importantes na história do "Maior do Mundo".

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Nesses momentos a imparcialidade clubística é difícil de não ser exposta. Por este motivo optei pelo título "É (sou) campeão!", já que mostra uma visão até certo ponto imparcial, mas também como torcedor, quando revelo o que senti no decorrer da epopeia vista hoje no Morumbi.

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29 de novembro de 2012

O Tricolor: Na final!

O jogo de hoje foi o mais emocionante como torcedor são-paulino da minha vida. Não acompanhei intensamente os Brasileirões de 2006 e 2007; muito menos a Libertadores e o Mundial de 2005. Em 2008 até sofri, contudo nada foi como hoje.

Se eu sempre defendi a tese de que se o jogo terminou em 0 a 0 foi ruim, hoje retiro tudo o que disse. Um jogaço (talvez o melhor do Tricolor no ano), no qual a maioria dos ataques foi por meio de Osvaldo, Lucas, Jádson Denílson e Luís Fabiano.

Se no total me emocionei pela intensidade e eficiência com a qual o "Maior do Mundo" atacava, o final foi de apertar o coração. Os últimos dez minutos foram praticamente de exclusiva pressão chilena. Sofremos com bombardeios aéreos, mas nossos guerreiros de defesa impediram com que algo atingisse o nosso gol. Rafael Toloi, Wellington, Rhodolfo e Rogério Ceni, todo de parabéns.

As laterais foram verdadeiras avenidas. Cortês e Paulo Miranda aceleraram tanto quanto Lucas e Osvaldo e isso deu uma força total do clube. Todos os setores eficientes.

Emocionado, escrevo esse texto. Jamais sofri tanto com o Tricolor do que com esse jogo. Agora, Ney Franco e seus auxiliares devem focar na final para essa emoção não acabar por aqui.

#RumoAoTítulo

Como torcedor do São Paulo, senti necessidade de um espaço para comentar o que vivo como amante do clube paulista. Leitores e principalmente Tricolores, o que acharam desta ideia?

23 de agosto de 2012

Libertadores? Não, obrigado


Quem não viu o Grêmio X Coritiba, por não ver relevância em uma partida de fase nacional da Sul-Americana ou por estar esperando o jogo das 21h50 e ter esquecido o de antes, perdeu um jogaço! Jogo, o qual substituiria muito bem qualquer final ocorrida neste ano. O destino fez questão de que o melhor da obra ficasse para o final.

Os gaúchos haviam vencido no Rio Grande do Sul a partida de ida por 1 a 0, portanto uma vitória dos coxa-brancas pelo placar mínimo levaria o jogo para os pênaltis. Se esse era o objetivo do Coxa, eles passaram longe. O jogaço de muitos gols só se encaminhou para esse rumo dos 22 aos 40 minutos do primeiro tempo, quando Everton Ribeiro abriu o placar de pênalti e Kléber empatou de pênalti, respectivamente.

Esse resultado não era interessante para os curitibanos, que na raça do bom brasileiro, que cai, mas logo se levanta, colocaram novamente a vitória nas mãos do time comandado por Marcelo Oliveira. O resultado até então impossível estava marcado no placar da televisão e era Coritiba na próxima fase da competição. Pois é, era.

Como todo jogo tem um personagem esse também precisava de um. Não foi o auxiliar Emerson de Carvalho. Esse já teve seu dia de rei no fim de semana ao não anular o gol do Santos em que houve três impedimentos no mesmo lance. Não foi sequer um "bom brasileiro". Foi o boliviano Marcelo Moreno, que já estava cansado de ver Kléber perder gols e depois de mais uma falha do Gladiador desviou um chute de Souza aos 44 do segundo tempo.

Assim, o Coritiba "recusa" mais uma vez o sonho de participar da competição mais importante das Américas - vide Copa do Brasil 2011 e 2012 - (Libertadores? Não, obrigado) e a frase que li mais cedo parece fazer todo sentido: "O Coritiba realmente é um time de convicções fortes: não quer mesmo ir para a Libertadores".

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5 de outubro de 2011

Já saindo em desvantagem


Sempre fui contra a clubes jogarem em estádios muito acima do nível do mar, onde o ar é mais rarefeito e quem não está acostumado acaba tendo dificuldades respiratórias. Imagine então um clube tradicional jogar uma competição disputada com um modesto time boliviano tem grandes chances de ser eliminado! Esse exemplo é real e o Vasco encara hoje, em Cochabamba-BOL o Aurora para tentar ao menos empatar e se avançar de fase com um bom resultado em casa, na Sul-Americana.

Ricardo Gomes tirou o Vasco do poço, conquistou a Copa do Brasil e deixou o clube em uma situação bem agradável no Brasileirão - podendo conquistar o título. Teve todo o problema do AVE e Cristovão Borges assumiu a equipe. Agora o "interino" terá esse difícil tarefa de seguir na Sul-Americana e ser campeão brasileiro.

Apenas um clube brasileiro conseguiu conquistar a Sul-Americana, o Internacional, desde então todos querem também levantar a taça - até porque garante uma vaga na Libertadores. Entretanto a tarefa não é fácil, os clubes são bem equilibrados e muitas vezes os jogadores tem que disputar partidas em países onde o único beneficiado é o mandante.

Sou completamente contra a disputa de jogos acima de uma cerca altitude (em relação ao nível do mar) em competições internacionais. Nos campeonatos nacionais não há problemas, já que os clubes do país são acostumados com esse clima, porém se um time brasileira (chileno, argentino etc) joga em país como a Bolívia claramente estamos em desvantagem. Uma prova: As derrotas por 6-1 e 2-0 de Argentina e Brasil em território boliviano (respectivamente).

Por estes fatores citados creio que o Vasco já sai em desvantagem. Muitos jogadores foram poupados, uma vez que o clube cruzmaltino disputa o titulo do Brasileirão, e eles podem acabar tendo sérios problemas. Aposto em uma vitória por 1-0 do Aurora, mas torcerei muito pelo Vasco; para que represente bem o Brasil!

30 de setembro de 2011

O mesmo que se entregar

Caio, bota toda a rapaziada pra jogar, porque o bicho vai pegar!
O Botafogo passou um grande aperto no jogo de ontem, porque quis! Tem uma grande equipe com grandes jogadores, mas entrou em campo com um time reserva e passou sufoco para o modesto Santa Fé. Jogava em casa e era a chance de já "eliminar" o clube colombiano, porém saiu perdendo e só foi empatar no fim do jogo.

Entendo que Jefférson, Cortês e Elkeson, os principais jogadores do clube (ao lado de outros) estavam na Seleção, entretanto não precisava desse cuidado extremo. O meia tinha totais condições de jogar, uma vez que só esquentou o banco com a amarelinha.

Caio Júnior só viu que era hora de acordar no segundo tempo, quando colocou Elkeson que deu passe para Caio (que também havia entrado) marcar. O time da estrela solitária está a um bom tempo sem vencer um título realmente importante, todavia não se esforça o tanto que deveria. Esse papo de priorizar Brasileirão à Sul-Americana é besteira! A maior dificuldade que você pode ter nesta dificuldade é o seu rival do Brasil, que direto perde para o seu time. Clubes brasileiros, lembrem-se: agora a Sul-Americana da vaga pra Libertadores!

O Botafogo agora passará aperto (e como!). Caio Júnior terá que botar o time mais titular possível e mais um pouco para bater o Santa Fé, que joga em Bogotá (a 2640 metros acima do nível do mar). Não queria dizer isso, mas não não boto muita fé no Glorioso mais.

O Santa Fé pode fechar o time completamente (o que acho improvável) e segurar um 0-0 que o fará avançar de fase ou ir para cima, uma vez que joga em casa e já está acostumado com a altitude. Se segura Botafogo, porque se não essa bobeada pode comprometer um ano inteiro de trabalho.

9 de dezembro de 2010

A América é vermelha

Quando o Internacional-RS venceu a Libertadores falaram que a América era vermelha, mas na verdade não era completamente assim. Faltava o campeão da Sul-Americana, mas agora está certo, realmente: A América é vermelha.

O Independiente fez uma partida especial contra o Goiás no Estádio Libertadores da América, e venceu por 3-1; com este placar o jogo ia para os pênaltis. Os pênaltis pareciam que iam demorar; só pareciam. As cobranças estavam boas, mas o atacante  Felipe bateu mal e a bola acertou a trave; foi este pênalti que tirou o título e vaga para as Qualificatórias da Libertadores, das mãos do Goiás.

O jogo foi movimentado, do jeito que queria. Já que o Goiás representava o Brasil na final da Sul-Americana era o meu favorito na partida, mas o que primeiramente queria era um bom jogo, e vi. Aos 19' do primeiro tempo o Independiente abriu o placar com Velazquez, mas não demorou para o time esmeraldino empatar com Rafael Moura e uma belíssima cabeçada no ângulo aos 22'. Aos 26' o Independiente marcou novamente. A intenção inicial do lance era de um passe em profundidade, mas a zaga tirou e Parra marcou em um chute bizarro que encobriu o goleiro Harlei. Neste lance a posição na hora do passe longo era duvidosa e nem no lance congelado consegui ver se realmente estava impedido.

O gol decisivo que levou o jogo aos pênaltis saiu aos 34' com Parra que após colisão no ar dentro da área do Goiás ele já caído chutou para o fundo das redes, outro gol bem bizarro.

A etapa complementar foi melhor para o Goiás que quase marcou com Rafael Moura que driblou dois dentro da área e bateu, mas o goleiro fez a defesa. O jogo terminou empatado e foi para a prorrogação, aonde o Goiás chegou a marcar um gol, mas não valeu. Sendo que Rafael Moura já tinha perdido outra grande chance, além de Rafael Toloi que recebeu um lindo cruzamento do "He-Man" e cabeceou na trave.

O jogo foi para os pênaltis, o Independiente fez sua parte acertando todos os pênaltis, o Goiás ia bem, mas Felipe mascou o chute; tirou o Goiás da Qualificatória da Sul-Americana e devolveu a vaga da Libertadores ao Grêmio.

Mesmo tendo torcida para o Goiás, dou os parabéns ao Independiente que jogou muito na Argentina e justamente conseguiu o título.

14 de outubro de 2010

Aí Felipão, 70% na mão!

Antes da partida, o técnico do Palmeiras, Luiz Felipe Scolari disse que 70% do confronto seria definido na partida de hoje. A ampla vantagem foi para o lado dos brasileiros, 1-0 Palmeiras em Sucre.

O Palmeiras começou o jogo sentindo bastante a força dos seus dois principais adversários, e nenhum deles foi a equipe do Universitário do Sucre, e sim a altitude e o gramado péssimo. O time boliviano começou na frente e teve uma pequena pressão no início, por ser a equipe da casa.

Apesar de quatro chegadas perigosas do Universitário, o lance mais perigoso até a primeira metade do primeiro tempo foi brasileira. Assunção com sua precisão cruzou na cabeça de Kléber, e nem a zaga e nem o atacante acreditaram na bola, tanto que o palmeirense cabeceou pra fora e perdeu uma grande chance de sair na frente.

Mas ele estava lá para fazer a diferença e colocar calma na equipe paulista. Aos 26 minutos, Marcos Assunção bateu falta, como de costume com perfeição, e colocou o Palmeiras na frente no confronto, fora de casa, 1-0.

Uma cena preocupou os palmeirenses ainda no primeiro tempo, e não foi nada relacionado ao adversário, foi a contusão do mago Valdívia. Ele recebeu, foi pra cima do adversário, tocou a bola pra fora e caiu no chão. No seu lugar entrou Lincoln. Valdívia já era dúvida antes do jogo, mas entrou em campo e agora todos ficam na expectativa pra ver se o craque se recupera para enfrentar o Corinthians no clássico de daqui a 2 rodadas do Brasileiro.

No segundo tempo, o jogo foi tecnicamente mais interessante, e o Sucre tomou a iniciativa e pressionou o Palmeiras. Uma sequência impressionante de oportunidades desperdiçadas pelos bolivianos, e o Palmeiras contou muitas vezes com a sorte.

No final da partida, o Palmeiras chegou a ampliar sua vantagem com um gol de rebote de Lincoln, mas o bandeira anulou muito mal o gol, alegando impedimento, mas a imagem é clara que ele se equivocou. Depois, Rivaldo recebeu na esquerda, e dentro da área, levou um rôdo do adversário, e o árbitro deixou seguir.

Felipão teve que queimar mais 2 alterações por conta de lesão. Pierre sentiu e em seu lugar entrou Fabrício. Já no final, Maurício Ramos se lesionou e Leandro Amaro o substituiu. Mesmo assim, foi surpreendente a disposição dos brasileiros mesmo na altitude, os 90 minutos.

Agora, o Palmeiras recebe o Ceará pelo Brasileirão no próximo domingo, às 18h30 na Arena Barueri. E na quarta-feira que vem, às 22h00, também na Arena, o jogo de volta do confronto diante do Universitário de Sucre. Os palmeirenses esperam chegar ao clássico contra o Corinthians no outro final de semana em clima de festa com a classificação.

Se passar pelo Sucre, o Palmeiras enfrenta ou Atlético-MG ou Santa Fé, e a equipe mineira já tem a vantagem de 2-0 em casa. Está pintando um confronto brasileiro nas quartas de final.

Postado às: 23h37

20 de agosto de 2010

Na partida número 500 de "São Marcos" o Palmeiras vence heroicamente

O goleirão Marcos, o "São Marcos", completou 500 jogos pelo Palmeiras na noite desta quinta-feira, 19 de agosto, contra o Vitória-BA; mas a marca foi alcançada com um jogo brigado e emocionante. O clube baiano havia batido o alviverde por 2-0 no Barradão e ficou a um passo da classificação, mas o jogo foi tão movimentado e surpreendente que o time de Felipão se classificou sem ter que ir para os pênaltis.


Após o término da partida Marcos quebrou o acordo de não dar entrevista dentro de campo e revelou o plano: "O objetivo era fazer um gol no primeiro tempo e outro no segundo". E foi isso que fizeram. Tadeu recebeu ótimo passe e marcou aos 47 do primeiro tempo um gol meio de cobertura no goleiro Viáfara.

A segunda etapa foi decisiva. Aos 12' Viáfara saiu da área e protegeu a bola próximo a linha de fundo ao tentar tirar o Verdão conseguiu chegar e após um chute de Márcio Araújo a bola sobrou para Tadeu marcar seu segundo gol. Esse resultado levava o jogo para os pênaltis, mas Marcos Assunção não queria as penalidades. Aos 43' o meia cobrou falta com perfeição no ângulo; indefensável para o goleiro colombiano do Vitória.

Com esta vitória o Palmeiras enfrentará o vencedor do confronto entre Cerro Porteño, tradicional equipe paraguaia que costuma ir para a Libertadores, e o vencedor do jogo da chave A (Universitario Sucre e Colo-Colo).

A festa no fim do jogo mostrou o entrosamento entre torcida e jogadores. "São Marcos" e outros jogadores pularam a placa a mandaram as camisas, inclusive a raríssima dos 500 jogos, para a torcida.

Postado às: 00h55

3 de dezembro de 2009

Parabéns Fluminense!

(Carlos Amarilla: Medalha de latão!)

O Fluminense jogou bem demais, fez três gols, mas infelizmente não saiu do Maracanã com o título. Diguinho foi o maestro do jogo, Ruy o desastre e o árbitro Carlos Amarilla foi horrível. O primeiro gol foi de Diguinho com um chute que foi desviado, o segundo de Fred em um chute colocado, com categoria. O terceiro de Gum foi feito de cabeça. O tricolor jogou com muita raça e quase conseguiram o título.

O técnico Carlos Amarilla foi muito mal neste jogo, merece uma medalha de latão. Lerdou o jogo e não teve pressa. Apitou no ritmo da LDU, lerdamente. Enquanto em Quito o árbitro acelerou o jogo, pois para correu até com duas bolas em campo, aqui o Amarilla espera a "cera" do equatorianos.

Não quero tirar o mérito da LDU, que também mereceu o título. A altitude ajudou os equatorianos, mas se o time não tivesse qualidade eles não ganhariam.

O Diguinho deu um show em campo! Tocou, driblou e fez gol, mas em compensação o Ruy foi uma porcaria, fez muitas faltas e jogou pouco. Dominou poucas bolas e passou mal.

Pelo lado da LDU, De La Cruz e Campos foram expulsos. E Fred pelo lado tricolor. Cuca também saiu, mas acho que o técnico do LDU também deveria ter saído, pois deixou os jogadores na área técnico se aquecendo, tiveram jogadores que ficaram na linha lateral.

Por Cima: Diguinho, que foi o maestro do jogo além de marcar um gol;
Por Baixo: Carlos Amarilla, apitou super mal influenciando no resultado final;
Artilheiros: Diguinho, Fred e Gum, com 1 gol.


Parabéns Fluminense! Parabéns LDU!

25 de novembro de 2009

A altitude atua novamente!

por: Felipe Simonetti

O Fluminense foi completamente afetado pelos 2.850 metros de altitude em Quito, Equador. Percebi claramente hoje como a altitude afeta o jogo, a bola rola mais rápido, e os jogadores que não estão acostumados perdem o tempo de jogo. Em minha opinião deveria ser proibido ser jogado em uma altura dessas. Muitos gols foram marcados de fora da área. Enfim, a partida terminou de 5 a 1 para a LDU. Confira como foi o jogo:

O Flu sai na frente
Em 20 segundos o Fluminense abriu o placar, com Marquinho: Fred encheu de fora da área, a bola sobrou para Marquinho que não bobeou e abriu o placar para o clube carioca. A festa durou
até os 20 minutos, quando Mendez marcou o seu primeiro gol em uma "porrada". No fim do primeiro tempo Mendez marcou mais um: após cobrança de escanteio o meia encheu o pé de fora da área a mandou sem chances para Rafael.

Aí já era

Mendez fez mais um aos 14 da segunda etapa em uma cabeçada. O quarto da LDU foi anotado aos 31 minutos, em novamente um chute ligeiro indefensável para Rafael. Para fechar a goleada De La Cruz encheu o pé aos 42 fazendo:

LDU 5 x 1 Fluminense


FICHA TÉCNICA
LDU (EQU) 5 X 1 FLUMINENSE

Local: Estádio Casablanca, Quito (Equador)
Data/Hora: 25/11/09 - 21h50
Árbitro: Roberto Silvera (URU)
Assistentes: Pablo Fandiño (URU) e Wálter Rial (URU)
Cartões amarelos: Espínola, Walter Calderón (LDU); Marquinho, Gum (Fluminense)

Gols: Marquinho, 23''/1ºT (0-1), Mendez, 20'/1ºT (1-1), Mendez, 43'/1ºT (2-1), Mendez, 14'/ 2ºT (3-1), Salas, 31'/2ºT (4-1), De La Cruz, 42'/2ºT (5-1)

LDU: Domínguez, Willian Araújo, Espínola e Norberto Araujo; Reasco, Mendez (Chila, 39'/2ºT), Bolaños (Salas, 23'/2ºT), Diego Calderón e De La Cruz; Bieler e Walter Calderón (Graf, 23'/2ºT). Técnico: Jorge Fossati.

FLUMINENSE: Rafael, Gum, Cassio e Dalton; Mariano (Ruy, 25'/2ºT), Diguinho (Maurício, 14'/2ºT), Diogo, Conca e Marquinho; Alan (Kieza, intervalo) e Fred. Técnico: Cuca.


A vantagem é muito difícil de ser retirada. O Fluminense terá de vencer por 4 gols de diferenças para levar a partida aos pênaltis. Eles não podem perder a fé, é muito difícil, mas não impossível. O tricolor carioca não pode se abalar e tem que continuar com a bela campanha que vem sendo feita no Campeonato Brasileiro. Se eles vencerem o Vitória-BA já estão fora da Zona de Rebaixamento.

A final...

por: Felipe Simonetti


Ninguém imaginaria que pouco mais de um ano depois da final da Libertadores 2008, o Fluminense reencontraria a LDU, vencedora da Libertadores daquele ano. Os dois clubes se encontram novamente, mas agora em outra, da Copa Sul-Americana. O primeiro jogo acontecerá hoje às 21h50, no Estádio Casa Blanca, em Quito.

Os dois clubes estão muito mudados. O Fluminense tem apenas Conca de títular daquela final. Luiz Alberto e Fernando Henrique ainda estão no time, mas no banco.

Após vencer a Libertadores de 2008, a LDU perdeu para o Manchester United na final do Mundial Interclubes, e este ano venceu a Recopa Sul-Americana batendo o Internacional - que venceu a Sul-Americana 2008 - por 1 x 0.

Digão e Maicon estão fora destes jogos por terem se lesionado contra o Cerro Porteño, Cássio e Alan são seus substitutos. O volante Diogo também tem chances de não atuar, seu substituto será Maurício.

Será uma final muito boa, muito disputada. Acredito eu que a LDU vença em Quito e o Fluminense vença no Maracanã, levando a decisão novamente para os pênaltis, assim como em 2008. Seria um deja vú na cabeça dos tricolores.

Palpite?

LDU 2 X 1 Fluminense

FICHA TÉCNICA:
LDU X FLUMINENSE

Local: Estádio Casa Blanca, em Quito (Equador)
Data: 25 de novembro de 2009 (Quarta-feira)
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Roberto Silvera (Uruguai)
Assistentes: Pablo Fandiño (Uruguai) e Wálter Rial (Uruguai)

LDU: Alexander Domínguez, Jairo Campos, Carlos Espínola e Norberto Araujo; Néicer Reasco, William Araujo, Édison Méndez, Miller Bolaños e Diego Calderón; Claudio Bieler e Walter Calderón
Técnico: Jorge Fossati

FLUMINENSE: Rafael, Gum, Dalton e Cássio; Mariano, Diogo (Maurício), Diguinho, Darío Conca e Marquinho; Alan e Fred
Técnico: Cuca

20 de novembro de 2009

LDU faz "apenas" 7 gols no River Plate-URU e vai a final

por: Felipe Simonetti


Novamente Fluminense X LDU na final. Os tricolores se lembram muito bem da disputa de pênaltis em que apenas Cícero conseguiu marcar. O Fluminense se classificou na quarta-feira contra o Cerro Porteño após uma apertada vitória por 2 a 1. Ontem a LDU venceu o River Plate-URU por um placar anormal, 7 a 0. Os equatorianos haviam perdido o primeiro jogo por 2 a 1 neste jogo de volta fizeram esta goleada. Será que não foi pago? Acho difícil, porque os uruguaios também queriam ir para as finais, mas é provável.

Do Fluminense restou apenas Conca de títular daquela final da Liberatadores. Washington, Thiago Neves, Cícero e mais alguns deixaram o clube. Outros como Luiz Alberto e Fernando Henrique foram para o banco. O Fluminense está com um time novo - nos dois sentidos - e motivado. A LDU quer bater novamente o Fluminense, vamos ver no que dá.

A LDU também mudou muito, Bolaños, Cevallos, Reasco, Ambrossi, Urrutia e Vera não estão mais no clube. Inclusive Urrutia atualmente defende as cores do tricolor carioca. Como será o reencontro?

19 de novembro de 2009

Desse Fluminense eu não duvido nada!

por: Felipe Simonetti

Como diz o próprio título: "Desse Fluminense eu não duvido nada!"; eles estavam para ser rebaixados e estão quase se salvando. Ninguém acreditava no título da Sul-Americana conquistado pelo Fluminense, e está muito próximo de acontecer. Ontem o tricolor carioca bateu o Cerro Porteño, no Maracanã, por 2 a 1 em um jogo de grande tensão.

O Cerro saiu na frente e ficou assim o jogo inteiro, até os... é melhor você conferir abaixo como foi o jogo:

O nervosismo tricolor
O Fluminese empurrado pela torcida começou bem; Conca até arriscou um chute, mas a bola passou por cima da meta. O Cerro
não se assustou e foi pra cima, e conseguiram o gol aos seis minutos. Irazabal chutou e Rafael fez a defesa, mas a bola sobrou para Nanni que chutou cruzado e Cáceres se antecipou a zaga e afundou a bola no fundo das redes.

Mas o gol não intimidou o Fluminense, foram completamente para o ataque. Aos 20 minutos Conca quase marcou um gol olímpico. Na primeira cobrança o goleiro tirou a bola no susto, e Conca teve mais umas três tentativas, todos tentando fazer um gol de escanteio, que falharam. O técnico Cuca se preocupou quando Maicon teve que sair e entrou Alan.

Mariano e Digão ainda tentaram marcar em chutes um seguido do outro, mas falharam.

A reação

Os dois times voltaram embalados para o segundo tempo, Fred e Nanni perderam gols que poderiam fazer a diferença na partida. Aos 10 minutos a melhor chance foi perdida pelo atacante camisa 20 - na Sul-Americana - Fred, que recebeu lindo passe de Marquinho, ficou diante do goleiro paraguaio e encheu o pé no meio, e o goleirão cresceu e fez a defesa.

Aos 34 Digão saiu por lesão e entrou Carlos Alberto. O time ficou mais ofensivo, mas deram bobeira quando Nanni quase marcou quando Dalton furou.

Por volta dos 40 minutos o Cerro Porteño recuou e deixou apenas Nanni na frente para um contra-ataque. Com esse placar de 1 a 0 a partida ia para os pênaltis. Fred perdeu um gol aos 43, a toricda tricolor estava desesperada, viram o jogo contra LDU - final da Libertadores - passar em suas cabeças. Quando todos achavam que o jogo seria definido nos pênaltis, o zagueiro Gum, que estava com a cabeça enfaixada mandou para o fundo das redes empatando o jogo e levando o Fluminense para a final.

No desespero o goleiro do Cerro correu para a área tentar marcar o gol que levaria o Cerro para a final. A zaga tirou e deixou com Alan, estava praticamente sem goleiro; ele o driblou; chegou perto da área e fechou o placar do jogo em 2 a 1.

A briga
Quando terminou o jogo os jogadores do Cerro foram pra cima dos tricolores, e começou uma grande briga. Os paraguaios começaram a bater nos funcionários do clube triocolor, que em alto-defesa devolveram as porradas. Em minha opinião os envolvidos na briga deveriam ser presos, e apanhar, igual fazem com os torcedores que invadem o campo. Creio eu que seis jogadores tenham sido expulsos, Diguinho e Fernando Henrique pelo Fluminense e outros quatro não identificados do Cerro Porteño.

11 de novembro de 2009

Fred chega a marca de 9 gols nas últimas 9 partidas, e dá folga para o próximo jogo

por: Felipe Simonetti

O Fluminense venceu o Cerro Porteño, pela Sul-Americana, e deixou uma folga para a partida no Maracanã. O destaque deste jogo foi o atacante Fred, que marcou mais uma vez e chegou a marca de nove gols em nove partidas. O tricolor carioca começou muito bem no primeiro tempo, diminuiu um pouco no segundo, mas conseguiu chegar ao gol no final. Confira abaixo como foi o jogo no Paraguai:

Na partida desta noite, o Fluminense conseguiu sair do Paraguai com a vitória sobre o Cerro Porteño. No primeiro tempo o tricolor fez muita pressão; chegou bem pelas laterais, com Marquinho e Conca. Os cruzamentos saiam, mas os chutes não eram eficafezes. As tentativas de fora da área, muitas chegaram a meta do goleiro Barreto, mas ele não falhou e fez a defesa. Conca teve uma grande chance, mas o goleiro Barreto fez grande defesa.

Na segunda etapa o Cerro acordou e foi pra cima do Fluminense; mas não foi por muito tempo. A pressão seguiu forte em jogadas areas, mas a zaga tricolor conseguia arrancar a bola de perto da meta de Rafael. Com a saída do Usain Bolt Maicon, que estava cansado, Alan entrou e trouxe mais velocidade ao clube. A força foi grande do tricolor e aos 30 minutos o salvador da pátria, Fred marcou o único gol da partida.

Com esta vitória por 1 a 0, o Fluminense pode empatar por qualquer placar dentro do Maracanã na próxima quarta(18.11). O Cerro Porteño correrá atrás do placar, mas será que conseguirá? Se o Fluminense passar para às finais ele enfrentará ou o River Plate, do Uruguai, ou terá um revanche contra a LDU; eles tentarão se vingar da derrota nos penaltis pela final da Libertadores de 2008.

22 de outubro de 2009

Cerro Porteño bate Botafogo por 2 a 1, em Assunção

por: Felipe Simonetti.

(Jefferson o grande destaque do jogo)

O Botafogo atacou, se esforçou, tentou, mas não deu, o Cerro Porteño acabou vencendo o Glorioso por 2 a1, em Assunção. Menos mal por ter sido no Paraguai e por 2 a 1, assim o Botafogo tem um gol fora de casa, e se vencer o Cerro no Engenhão por 1 a 0 que classifica-se. Mas se ficar 2 a 1 para os paraguaios, a disputa vai para o penaltis.

O Botafogo começou o jogo com o controle, fez bons ataques, mas os do Cerro foram mais perigosos, como quando Nuñes chutou de dentro da pequena área, mas Jefferson estava lá para fazer a defesa. O jogo então tranquilizou-se, a bola ficou presa no meio-de-campo. O Botafogo chegou a marcar, quer dizer o Cerro chegou a marcar contra, mas o árbitro entendeu que Fahel ou Reinaldo - não ficou muito claro - tivessem feito a falta. Os paraguaios marcaram aos 34, quando após um erro grotesco da árbitragem em não marcar um impedimento claro, Recalde mandou um chute indefensável para o goleiro Jefferson.

O Cerro voltou para a segunda etapa mais forte, com ataques muito perigosos e por pouco não fez o 2 a 0. Mas o Botafogo em uma linda tabela entre Reinaldo e Victor Simões marcou aos 13 minutos, com Reinaldo. Mas a festa não durou muito tempo, Léo Silva foi expulso. O Cerro Porteño ficou com mais jogadores e mais pressão. O Cerro decretou a vitória aos 36, graças ao penalti cometido por Emerson, que foi expulso. Nanni bateu e marcou: Cerro Porteño 2, Botafogo 1. E para expulsar mais um o árbitro deu o vermelho para Recalde, após quase "matar" Reinaldo.

O Botafogo enfrenta em sua próxima partida o Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro. O jogo será as 18h30, no domingo, no estádio do Engenhão.

Por Cima: Jefferson, se não fosse ele o Botafogo perderia por muito.
Por Baixo: Emerson, que cometeu um penalti infantil e ainda foi expulso
Artilheiro: Recalde e Nanni(Cerro Porteño) e Reinaldo(Botafogo), com um gol de cada um.

21 de outubro de 2009

Um assunto mais agradável

por: Felipe Simonetti
Hoje em dia para o Botafogo está mais agradável falar de Sul-Americana do que em Brasileirão. O Glorioso enfrente hoje o Cerro Porteño pelas quartas-de-finais, jogo válido pela Sul-Americana. O jogo deve ser equilibrado, com bons ataques para os dois lados, principalmente para o Cerro, que joga em casa.

A partida já começou, então será bem rápido estas analises. O Botafogo vai com Victor Simões e Reinaldo para campo no ataque. Senti a falta de Jóbson, que vem jogando bem; mas nada que mude muito. Para ser mais rápido dou meu palpite logo:

Cerro Porteño 2 X 2 Botafogo

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Esta é a postagem número 500 deste ano!
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17 de setembro de 2009

Botafogo vence no sufoco e avança de fase na Sul-Americana


Autor: Felipe Simonetti
E-mail: nossofutebolfc@gmail.com
Twitter: @felipesimonetti


Pela Sul-Americana tivemos dois jogos ontem, Atlético-MG X Goiás, jogo em que o clube goiano venceu nos penaltis, e Botafogo X Atlético-PR, esse jogo você confere abaixo:

O Botafogo venceu o Atlético-PR por 3 a 2, e tirou o peso da consiencia por não vencer a dez jogos, sendo cinco em casa. Além de tirar o peso das costas o Fogão ainda avançou para as oitavas-de-final na Copa Sul-Americana. E para melhorar um pouco mais o clube ainda ganhou R$ 200 mil por ter chegado às oitavas. O próximo confronto do clube será contra o Emelec, dia 23/09 no Engenhão e 30/09 no Equador.

O jogo foi muito equilibrado desde o começo, mas a torcida do Glorioso não gritava, estava desanimada pelo jejum sem vitórias. A torcida se calou mais ainda quando aos 32 do primeiro tempo Wesley cortou para dentro da área de marcou um belo gol. Mas a tristeza não se manteve por muito tempo, pois aos 45, Lúcio Flávio empatou em penalti sofrido por André Lima, só que desta fez André não se revoltou e bateu, e sim deixou Lúcio Flávio bater e marcar.

No segundo tempo o Botafogo veio com tudo, após cobrança de lateral, Lúcio Flávio levantou e Gabriel aproveitou para marcar aos 14. Mas o desespero voltou aos 35, quando Nei marcou um belo gol, o empate garantia a classificação do Atlético, a torcida do Botafogo estava desesperada, até que o salvador do jogo marcou, não foi Lúcio Flávio, nem André Lima, mas sim Wellington que aproveitou um cruzamento na área e sozinho mandou para o fundo das redes, dando a classificação para o Botafogo.

Por Cima: Lúcio Flávio, que participou bem das jogadas e fez seu gol.
Por Baixo: Atlético-PR, que teve a classificação duas vezes garantidas, mais deixou o Botafogo marcar.
Artilheiro: Wesley, Nei, Lúcio Flávio, Gabriel e Wellington(1 gol)

3 de setembro de 2009

Atlético-PR apenas empata com os reservas do Botafogo

Autor: Felipe Simonetti
E-mail: nossofutebolfc@gmail.com
Twitter: twitter.com/felipesimonetti

Ontem tivemos o primeiro jogo entre Atlético-PR e Botafogo na Arena da Baixada, pela Copa Sul-Amerciana. O jogo foi muito sem graça, no primeiro tempo poucas chances de gol aconteceram, tivemos o chute de Alex Mineiro após rápida cobrança de lateral (discursão sobre o lance no fim do post) e um chute que iria entrar na gaveta novamente com Alex Mineiro. O clube carioca teve apenas uma chance de perigo em um voleio de Eduardo que foi mais um cruzamento, mas acabou assustando o goleiro Galatto.

As equipes voltaram para o segundo, mais desanimadas, o jogo era pegado no meio-de-campo, mas quando chegavam no ataque acabavam chutando para fora ou deixando no pé dos zagueiros. O Botafogo quase marcou com Renato de cabeça após ótimo cruzamento, mas o jogador acabou mandando por cima. Aos 46 o Botafogo teve a melhor chance do jogo, era para decidir o jogo, Laio tabelou com Jonâtas, o atacante recebeu a bola cara-a-cara com Galatto, mas acabou mandando encima do goleiro.

Nesta partida o zagueiro Teco, ex-Grêmio que saiu do clube por causa de lesões consecutivas, o jogador até pensou em abandonar a carreira, mas veio para o Botafogo. Teco jogou muito bem neste jogo, afastou bolas da área e até tentou marcar de cabeça em alguns lances.

Por cima: Flávio, que salvou o Botafogo em ótimos chutes de Alex Mineiro
Por baixo: Laio, que perdeu a chance de dar a vitória para o Botaofogo nos minutos finais.
Artilheiro: Não teve

Discursão
No lance em que Alex Mineiro teve uma ótima chance após uma rápida cobrança de lateral, haviam duas outras bolas em campo. Fiquei com dúvida na hora do lance, mas se eu fosse o árbitro faria exatamente a mesma coisa que foi feita, deixaria o jogo correr pois as outras bolas não influenciaram na jogada.

FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO-PR 0 x 0 BOTAFOGO

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data: 02 de setembro de 2009, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Paulo César de Oliveira (Fifa-SP)
Assistentes: Alessandro Rocha e Erich Bandeira (ambos de SP)
Cartões amarelos: Márcio Azevedo, Wesley, Valencia (Atlético-PR) ; Léo Silva, Teco, Jonatas (Botafogo)

ATLÉTICO-PR: Gallato; Nei, Rhodolfo e Chico; Wesley, Valencia, Rafael Miranda (Gabriel Pimba), Paulo Baier e Márcio Azevedo (Raul); Marcinho e Alex Mineiro (Wallyson)
Técnico: Antônio Lopes
BOTAFOGO: Flávio, Emerson, Teco e Eduardo; Léo Silva, Fahel, Jônatas, Renato e Gabriel (Wellington); Victor Simões e Ricardinho
Técnico: Estevam Soares