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Mostrando postagens com marcador Libertadores. Mostrar todas as postagens
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14 de agosto de 2014

Uma Libertadores diferente


Pouco se noticiou no Brasil sobre a final da Libertadores e quando se falou foi pelo fato de não haver clubes brasileiros nelas. San Lorenzo e Nacional (PAR) chegaram na final dignamente, à base da legítima raça sul-americana. Vamos deixar, portanto, de pequenice e admitir que a falta de clubes de nosso não diminuiu a qualidade da competição.

25 de julho de 2013

O novo rei das Américas

A história mudou nessa noite. O Atlético Mineiro, que não conquistava nada relevante a muito tempo voltou à elite do futebol brasileiro. E voltou por cima, conquistando o que todos se preparam e sonham por décadas: a Libertadores. Ronaldinho, Jô, Gilberto Silva, Josué, Guilherme e companhia não passavam de renegados (como descreveu o camisa dez), que não tinha mais futuro no futebol. O Galo nos mostrou o contrário e esses jogadores, aliados a outros craques conquistaram a América. Se tanta coisa mudou no panorama do esporte brasileiro, porque não mudar também o hino atleticano. “Campeões do gelo”? Pra esse time é pouco! Eles são campeões da América e no fim do ano poderão ser campeões do mundo!

24 de julho de 2013

As finais de Libertadores, envolvendo brasileiros, mais emocionantes

Falam por aí que a campanha do Atlético Mineiro nessa Libertadores é muito semelhante ao desempenho corintiano no ano passado. Dois times virgens das Américas que chegaram à final, esse o ponto em comum, porque o perrengue enfrentado pelo Galo está sendo muito maior que o do Corinthians.

16 de maio de 2013

E ninguém riu por último em São Paulo

Há duas semanas o São Paulo era eliminado pelo Atlético Mineiro; palmeirenses e corintianos se deliciavam com essa derrota. Ontem, o Palmeiras perdeu para o Tijuana e também não pôde avançar na Libertadores e hoje foi o dia do Corinthians pular fora , expulso pelo Boca em pleno Pacaembu. Essa é uma das várias de situações curiosas do futebol: em um dia torcedores riem da eliminação dos rivais e no outro estão sentados no mesmo banco da amargura da eliminação.



O primeiro tempo foi marcado pelas falhas da arbitragem, que tentou controlar o jogo com cartões amarelos. Foi um pênalti não marcado, que ainda resultaria na expulsão do lateral, Marín, do Boca, e um impedimento mal marcado no gol legítimo de Romarinho. Os xeneizes não se importaram com as falhas de Carlos Amarillas e seus auxiliares e o maestro e dono da camisa 10, Riquelme, lançou um inesperado petardo e marcou um golaço acertando o ângulo, mesmo com Cássio bem posicionado (diferente do que muitos falam não vejo falha no goleiro, afinal era um chute despretensioso - que depois foi confirmado pelo próprio argentino como uma intenção de cruzamento).

Nesse contexto, o Corinthians saiu loucamente para o ataque com Emerson (pela esquerda) e Danilo (pelo centro) para tentar reverter a desvantagem imposta pelo grupo de arbitragem, contudo não foi eficaz. O Boca que não tinha nada a ver aproveitava os contra-ataques com passes certeiros de Riquelme, que deixava seus companheiros em ótimas condições.

Com essa baixa no primeiro tempo o Timão precisava marcar três gols para passar as quartas de final. A situação era complicada, portanto, um gol logo no início da segunda etapa se fazia necessário. E assim foi, Paulinho recebeu um cruzamento sob medida de Sheik (que agora jogava pela direita, devido a entrada de Pato) e de cabeça empatou o jogo e reascendeu a chama da esperança corintiana. Junto à Emerson, o camisa oito foi o melhor corintiano em campo, que ainda quase marcou em uma peitada aos 14 minutos.

Paulinho estava inspirado depois de seu gol e logo após a peitada participou do lance do segundo gol corintiano. Todavia, também foi anulado, mas corretamente, visto que o volante cometeu falta no goleiro Orión.


O jogo passava e mesmo com um alto volume de jogo corintiano faltava um gol para inflamar a partida e aumentar as chances de classificação. Esse gol quase veio dos pés de Pato, mas na hora de ser o pato artilheiro ele se passou por uma marreco ruim de bola e se embolou com as próprias pernas depois de limpar o lance do goleiro. A partir dai a torcida começou a ir embora e para ser sincero: não perderam nada.

O Corinthians evidentemente foi prejudicado pela arbitragem, uma vez que não teve um pênalti marcado a seu favor (e a expulsão de Marín, do Boca) e teve um gol mal anulado, porém ficou preso a isso e viu o Boca ser muito mais incisivo em seus passes e finalizações.

Em São Paulo ninguém riu por último, os três representantes dos estado foram eliminados; um após o outro. Agora, restam aos clubes se focarem nas competições que lhes restaram para não permitirem uma derrocada do futebol paulista.

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9 de maio de 2013

Massacre

Imagine que exista um time brasileiro que jamais venceu a Libertadores, com uma das maiores revelações brasileiras e um maestro de nível internacional, que enfrenta um tricampeão da competição e mesmo assim consegue massacrá-lo. E se esse hipotético time for o Atlético Mineiro que até anos atrás era mais cotado para rebaixamento do que para qualquer coisa?


O Galo mineiro não tomou conhecimento do São Paulo, que foi visitá-lo no estádio Independência, e criou um massacre da serra elétrica no Jason, que prometia renascer em Belo Horizonte; o resultado: 4 a 1 (agregado de 6 a 2). Ronaldinho foi mais que um jogador; foi mágico e com toda a sua qualidade e experiência comandou o alvinegro que avançou para cima da meta de Rogério Ceni com velocidade pelas pontas com Bernard e Diego Tardelli e eficiência com o centro-avante Jô.

O jogo passou longe de ser disputado. No primeiro tempo o time de Cuca só não abriu ao menos três gols de diferença por milagres. Rafael Toloi salvou uma bola quase em cima da linha e Rogério deu sorte ao ver Jô finalizar em cima dele, Tardelli escorar de cabeça para fora e Ronaldinho cobrar um falta no travessão logo no início da partida. 1 a 0 foi a parcial ao fim da primeira etapa; gol mais do que merecido do guerreiro Jô, o qual exerceu eficientemente o papel de artilheiro.


No segundo tempo tudo o que dava mais ou menos certo com o São Paulo na primeira metade (como as chances com Douglas, Ganso e Luís Fabiano) sumiu. O Rogério Ceni que salvou (mesmo que no susto) no início, foi lamentável e sofreu três gols defensáveis. Primeiro Jô marcou mais um, acertando um chute entre as pernas do camisa 01; depois Toloi, que havia salvo seu time, entregou de bandeja para Tardelli se antecipar à Rogério e encobri-lo; e para encerrar Ronaldinho maestrou e deu um passe para o terceiro gol do camisa sete atleticano.

Quem diria anos atrás que o Atlético Mineiro seria esse time todo citado no início do texto? Quem diria que o Galo mineiro seria o favorito ao título da Libertadores, o quem sabe se classificaria para a Libertadores? O imprevisível aconteceu, como é de praxe no esporte; afinal: O futebol é uma caixinha de surpresas.

*Um partidaço (obviamente para o clube mineiro), que infelizmente terminou mal para o Atlético, que teve Rosinei expulso de forma covarde ao dar um soco em Carleto. Agora é aguardar a punição; qualquer coisa menor que quatro jogos de suspensão será pouco, devido aos critérios da Conmebol adotados com Luís Fabiano e Vanderlei Luxemburgo.

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3 de maio de 2013

Pintando de Amarelo #001

A fase do mata-mata da Taça Libertadores chegou e todos os seis clubes brasileiros (Atlético Mineiro, Corinthians, Fluminense, Grêmio, Palmeiras e São Paulo) avançaram. Com um confronto de brasileiros, uma reedição de final e outras partidas emocionantes os jogos de ida se encerraram e impuseram metas as clubes que buscam se classificar às quartas-de-final da competição mais importante das Américas.


Partindo deste ponto tive a ideia de criar uma coluna neste blog, a Pintando de Amarelo,  para analisar o desempenho dos representantes do Brasil na Liberta. Com breves comentários analisarei as partidas destes clubes jogo após a jogo. A primeira leva de partidas já se foi hoje, sendo assim, gostaria que os leitores avaliassem essa idealização nos comentários, que pouco a pouco ela se moldará ao gosto de quem acompanha este blog.

Atlético Mineiro
O Galo mineiro foi polivalente neste primeiro jogo; no Morumbi, compareceram e se aproveitaram da expulsão de Lúcio e da precoce lesão de Aloísio. Mesmo saindo atrás correram bem atrás do placar e arrancaram uma virada por 2 a 1, com gols de Ronaldinho Gaúcho e Diego Tardelli.

Corinthians
Jogando na lotada Bombonera, o Timão fez uma partida abaixo do que costuma demonstrar, mas mesmo assim disputou a vitória com o Boca Juniors. Os argentinos marcaram duas vezes, mas apenas o gol de Blandi valeu, já que no outro lance havia impedimento. A derrota não é boa, todavia é um placar completamente reversível para a fiel torcida corintiana.

Fluminense
O Fluminense não sentiu efetivamente a altitude de Guayaquil contra o Emelec, porém saiu do Equador com uma derrota por 2 a 1. Leandro Euzébio marcou contra, o Flu empatou com um golaço de Wagner e no final da partida os equatorianos marcaram de pênalti. Perder nunca é bom, mas para se classificar o time de Abel Braga necessita de uma simples vitória por 1 a 0 no Rio de Janeiro.

Grêmio
Em sua bela arena, o Grêmio suou para bater o até então invicto Santa Fé. Comandados por Elano, o tricolor gaúcho marcou com Vargas (o seu primeiro na Arena Grêmio), teve Cris expulso, sofreu um de pênalti e nos minutos finais marcou com Fernando. O volante acertou um petardo de fora da área e do jeito mais sofrido possível venceu a partida, bom resultado, já que o jogo de volta será fora de casa e na altitude.

Palmeiras
Apesar de um 0 a 0 contra o Tijuana parecer um resultado ruim, o placar alcançado pelo Palmeiras é excelente, visto que jogaram fora de casa. Além disso, tiveram que bater a dificuldade da grama sintética do Estádio Caliente. Agora, o Verdão precisa apenas de uma vitória simples em casa para avançar às quartas.


São Paulo
O São Paulo começou bem, vencendo o Atlético Mineiro baseado na raça com um gol de Jádson, mas de virada foi derrotado por 2 a 1 dentro de casa. Um péssimo resultado, já que assim terá que brigar para vencer o Galo no Estádio Independência por placares maiores como 2 a 0 e 3 a 2. Lúcio foi um grande responsável por essa derrota, visto que foi expulso e comprometeu o bom futebol apresentado pelo tricolor nos primeiros 35 minutos.

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22 de fevereiro de 2013

Luto

"As coisas só mudam quando ocorre uma tragédia". Essa é a recorrente frase que marca momentos, em sua maioria, de tristeza. Assim foi com a parada cardiáca do ex-meia do Bolton, Fabrice Muamba, que por pouco não tirou sua vida, mas alertou a todos sobre esse problema no futebol. Também ocorreu com o caso da boate Kiss em janeiro deste ano, o que certamente ocasionará em fiscalizações mais efetivas em casas de shows. E infelizmente ocorreu com o jovem boliviano, Kevin, de apenas 14 anos, morto após ser acertado no olho por um sinalizador usado apenas em operações marítimas, na partida entre San José e Corinthians, válida pela Libertadores.

A tragédia ocorreu e as mudanças já estão a caminho. A Conmebol que sempre tratou os clubes como impunes em casos de violência desta vez agiu. Foi precisa e não mediu a força do tapa: o Corinthians jogará todas as suas partidas em casa pelo torneio com portões fechados e fora de casa a sua torcida não terá ingressos até que seja esclarecido todo o ocorrido e os responsáveis punidos (e ainda achei pouco).

Kevin era um menino de apenas 14 anos apaixonado pelo San José, que provavelmente estava emocionado por estar presente em uma partida da competição mais importante das Américas e justamente contra o último campeão. Era jovem e perdeu sua vida em um lugar onde se sentia segura, era sua segunda casa, o estádio do seu clube.

Além do falecimento do adolescente, o mais triste é que há corintianos defendendo o seu clube e sua torcida. Tratam o futebol não como um esporte, uma diversão, mas sim como algo acima de toda a moral. Provavelmente para obterem educação, saúde e transporte público eles não brigam como brigam com todo o orgulho quando vestem a camisa da torcida organizada.

E esses torcedores não culpam os assassinos por terem levado um sinalizador impróprio para uso em qualquer lugar, se não o mar, para um estádio lotado de torcedores. Para eles a culpa é do San José que permitiu a entrada de tal artefato e pedem a soltura dos delinquentes. A ameaça para a sociedade não é o clube boliviano e sua torcida, mas sim o inconsequente "torcedor" vai para o estádio com a intenção de brigar e irresponsávelmente fere e mata um jovem menino.

A punição deve ser severa! Não há motivos para aliviar. Um garoto de 14 anos faleceu. Pode ser um desconhecido, todavia sem uma punição amanhã pode ser um primo ou um irmão. Dez ou até vinte jogos com portões fechados em cassa e sem ingressos para fora não seria exagero algum. A culpa não é da instituição Corinthians, contudo a única forma de atingir quem valoriza o clube do coração mais do que a vida é desta forma.

Com seriadade foram removidos, em grande parte, os hooligans dos estádios europeus e essa será a solução para a limpeza das arenas sul-americanas.

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14 de fevereiro de 2013

Só um canta de Galo

O Galo forte de vingador acordou novamente e de volta à Libertadores e contra o São Paulo, não se intimidou e com o menino Bernard e os nem tão meninos, Réver e Ronaldinho, decretou a vitória no estádio Independência, seu novo trunfo.


O Atlético Mineiro desde que começou a jogar no estádio Independência mudou de face. O fraco e decadente Galo reviveu e voltou a ser conhecido conhecido como o Galo forte e vingador, descrito no hino. Desconhecendo essa antiga fama do clube, o São Paulo tentou invadir o poleiro, mas foi o time de Ronaldinho Gaúcho, Réver e Diego Tardelli que cantou de galo.

A grande massa atleticana ainda se acomodava nas dependências de "seu" estádio para ver a reestreia de Diego Tardelli e Ronaldinho já tratou de receber a bola tão malandramente (será?) como bater falta por de baixo da barreira e bater cruzado para Lúcio e Jô se embolarem e abrirem o placar. A primeira falha da defesa tricolor já estava ai, no primeiro gol.  Desconhecendo as regras do futebol, fizeram a popular linha burra em cobrança de lateral, na qual não há impedimento.

A partir disso o jogo pegou fogo. Bernard e R10 não deram descanso a Rhodolfo, Lúcio, Rogério Ceni e companhia. Os torcedores tricolores já estavam aflitos em casa e cabisbaixos só esperavam o segundo gol do Atlético. Segundo tento, o qual só foi aparecer quando era justamente o São Paulo que dominava a partida. Aloísio, Osvaldo e Jádson (depois Ganso) já tinham uma certo controle sobre o jogo, todavia foram negligentes e respeitosos demais e aí estava a segunda falha capital. O respeito foi tão excessivo que só assistiram o camisa dez alvinegro cruzar para a torre, Réver, fazer o segundo aos 27 do segundo tempo.

As esperanças iam embora junto com os torcedores tricolores que já cruzavam os portões de saída do Independência. Justamente nesse momento, Aloísio pôde invadir a área e chamar de volta o ânimo e os torcedores com um gol aos 37 do segundo tempo. Daí pra frente o Galo fechou a porta do poleiro para tentar a invasão. Foram muito eficientes, mas também contaram com a sorte. Marcos Rocha afastou mal a bola e deixou para Ganso que de frente para o gol perdeu e determinou mais um jogo de invencibilidade do Atlético Mineiro dentro de "seu novo estádio".

Apesar de Ronaldinho ter usado toda a sua malandragem e ter efetuado duas assistências, o meu prêmio de homem-do-jogo fica com o Réver, que de tão conciso e seguro na defesa, foi para a área adversária deixar o seu gol. Os pernas-de-pau foram definitivamente os defensores do São Paulo, que lentou e confusos deixaram o ataque mineiro deitar e rolar.

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31 de janeiro de 2013

Um velho conhecido

A violência e impunidade já foram grandes problemas nas partidas organizadas pela Conmebol. Não que ainda não sejam, mas ultimamente com a mudança de regras da Libertadores outro problema (apesar de antigo) tem ganhado foco: a altitude.


Grêmio e São Paulo foram os últimos clubes assombrados por esse problema. O Tricolor Paulista não sofreu tanto a virada por 4 a 3 em territórios bolivianos, devido a boa vantagem aberta no Morumbi, já o Tricolor Gaúcho foi prejudicado, uma vez que a derrota por 1 a 0 para a LDU, no Equador, por pouco não tirou a vaga merecida para a fase de grupos.

Da mesma forma como partidas já foram impedidas de ser realizadas em Medellín (Colombia) devido aos cartéis de drogas, pois comprometiam a segurança das equipes e dos torcedores a Conmebol deveria vetar jogos em locais de altitudes extremas, uma vez que comprometem o espetáculo do futebol.

O Brasil é pior que a Bolívia? Jamais! Então por que continua perdendo quando joga na casa do adversário? Não digo para remover o direito do clube de mandar uma partida em seu território, porém é melhor usar o bom senso e não jogar em uma cidade a 6.000 metros de altitude se pode optar por uma a 800 ou 1000.

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24 de janeiro de 2013

Perfeito

O São Paulo já entrou de cabeça na Libertadores. Em uma partida importantíssima, que poderia definir o destino do clube na competição, o Tricolor deu o sangue e enfiou cinco gols nas redes do medíocre Bolívar e mostrou porque o Tigre não voltou para o segundo tempo na final da Sul Americana.


O time tricolor foi simplesmente perfeito. Todos jogaram bem. Rogério Ceni, um dia após seu aniversário não só fez defesas improváveis, como também marcou o quinto gol dessa goleada. Rhodolfo e Lúcio foram impecáveis, sendo que esse segundo evidenciou que pode ser o xerifão que faltava. Os laterais foram bem, principalmente Douglas, que ajudou o estreante e ainda não entrosado, Aloísio a conduzir os ataques.

Wellignton e Denílson te, a avaliação de sempre: não muito presentes, contudo indispensáveis na retenção e criação de jogadas. Jádson já se mostra entrosado. Foi preciso nos passes e ainda pareceu bem no ataque para fazer o quarto gol tricolor. Os três atacantes foram bem efetivos. Na direita apareceu Aloísio, que não marcou, mas finalizou bem, além de ter dado o passe para um dos dois gols de Luís Fabiano. Na esquerda veio o melhor em campo, Osvaldo. O camisa dezessete correu, passou, driblou e guiou o Tricolor do Morumbi para a vitória com o primeiro gol da partida, o verdadeiro gol de placa. Osvaldo ainda deu o passe para o gol de Jádson e sofreu o pênalti para o de Ceni. Um grande jogador, que na comemoração de seu tento mostrou também ser uma grande pessoa ao ir abraçar o goleiro ídolo e agora quarentão.


Foi um enorme passo dado na Libertadores. Uma partida que caso fosse vencida por escassos gols poderia complicar o São Paulo na altitude da Bolívia. O time foi perfeito, assim como o placar que dá folga para Ney Franco testar novos jogadores ou uma nova formação onde caiba Osvaldo, Jádson, Ganso e quem sabe até Cañete, que entrou e demonstrou que não está no clube apenas para esquentar o banco.

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20 de janeiro de 2013

NFC Cast #4 - Geralzão de 2013

2013 começou e resolvemos fazer uma análise mais aprofundada de cada tema que deixará o torcedor feliz, louco, emocionado, empolgado ou entristecido. O futebol tem um poder mágico de mudar o estado de ânimo de uma pessoa de um minuto para o outro; é só o seu time de coração sofrer a virada que o dia que parecia tão lindo fica cinza no mesmo instante.


O Paulistão, o Campeonato Brasileiro, a Libertadores e a UEFA Champions League, dentre outros temas, estão na pauta desta quarta edição do NFC Cast, com desta vez, dois convidados: Thiago Vidal e Guilherme Silveira. O podcast está bem legal, contudo já vai o aviso, também está grande, portanto pode trocar de aba e curta os comentários no ouvido e se distraia com algo na tela do computador. Confira:


Se preferir baixar para ouvir no celular, ipod ou algum outro reprodutor de audio para curtir quando estiver longe do PC, aqui vai o link: NFC Cast #4 - Geralzão de 2013.mp3

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5 de julho de 2012

102 anos

Foram 102 anos de uma história sofrida, brigada e por que não "malocada". O Corinthians demorou, mas enfim alcançou o que faltava. O estádio chegará, a Libertadores está mãos e a última Boca foi calada. 102 anos. Campeões do jeito mais corintiano possível, com sofrimento e muita briga.

Os títulos costumam ser marcados por um ou dois nomes no máximo. O Flamengo de 1981 era comandado por Zico. O São Paulo de 1992 e 93 foi guiado pelo camisa 10, Raí. Porém o Timão (difícil sair esse apelido da minha boca) não teve um nome. Foram todos!

Todos mereceram. Uns mais que outros, mas o título foi coletivo. Cássio, Chicão, Leandro Castan, Fabio Santos e Alessandro; Ralf, Paulinho, Danilo e Alex; Emerson "Sheik" e Jorge Henrique mais os reservas são todos campeões. Juntos!

A vitória foi merecida. Foi consequência e premiação de um trabalho bem feito por Tite. Há jogadores desta equipe que não queria ver campeão (um deles, como já deixei muito claro em outros textos é o Jorge Henrique), contudo hoje não é dia de criticar. Depois de 102 anos é dia de festa; dia do corintiano.
Parabéns!

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4 de julho de 2012

O Palpiteiro #1

Novo quadro de palpites do NFC.


abs,
Felipe Simonetti

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24 de maio de 2012

Épico

Maloqueiro e sofredor. É desta forma que os corintianos se descrevem e sentiram na pele o que é sofrer. Jogando em casa o Timão pressionou o Vasco, sofreu, acertou a trave e viu Diego Souza perder um gol cara a cara com Cássio. Se teve algo que não faltou foi emoção.

Até o técnico incorporou o espírito. Ao ser expulso, Tite se unir à fanática torcida, "vestindo" a camisa 12 do torcedor. O Vasco jogou bem, se vencesse seria merecido, contudo se fez valer e deixou o alvinegro praticar seu jogo de placar mínimo em nível alucinante de emoção.

A festa estava planejada; só valia apoiar e a recompensa teria que vir. E como veio. Da forma mais corintianizada Paulinho, de cabeça, marcou um gol aos 44 minutos do segundo tempo que garantiu o Corinthians na semi-final da Libertadores.

Que festa! Isso foi jogo de futebol, não o xadrez praticado nos campos europeus. A final que o esporte devia do ano passado aconteceu hoje. Vasco e Corinthians realizaram uma partida cheia de emoções que não teve melhor. Venceu quem mais se identificou com o jogo. 1 a 0, gol sofrido e torcida comparecendo em massa: a cara do Timão.

Parabéns Corinthians.

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12 de abril de 2012

Um pesadelo!

O Flamengo sofreu sua maior desilusão na noite desta quinta-feira. O Rubro-Negro tinha confiança para avançar de fase na Taça Libertadores, apesar da situação ser bem complicada. Quando seu jogo acabou, estavam classificados, afinal a partida entre Olimpia e Emelec (que já estava se encaminhando para o final) estava empatada. Entretanto o clube equatoriano marcou e deu início ao maior pesadelo do time gerido por Patrícia Amorim.

O ano não começou bem para a equipe de Vágner Love, Ronaldinho Gaúcho, Léo Moura, Felipe e companhia e tudo indica que o pesadelo não se encaminha para um final. Na Taça Rio o clube que sempre foi soberano, brigará por uma vaga na final da Taça Rio contra clubes como Vasco, Botafogo e Fluminense que não ignoraram a competição para ver se consegue chegar à grande decisão do Cariocão

Apesar de ser ruim termos menos um clube brasileiro na busca pelo título da Libertadores, foi mais do que merecida essa eliminação do Flamengo. Desde que Joel Santana assumiu o comando da equipe o time parece estar mais calmo, porém de uma forma negativa, se confortando com vitórias em partidas ruins. R10 acha que está em um spa, só que ao invés de pagar ele recebe 1 milhão por mês para entrar em campo (porque jogar o que sabe ele não faz).

Essa forma de eliminação foi a mais emocionante, porém creio que menos dolorida. Seria triste ver o time perder tudo e só jogar pra cumprir tabela. Love (que é o melhor do Fla, hoje) fez mais uma boa partida, vibrou com a classificação e chorou com a eliminação. Isso é bonito de se ver: raça até o fim.

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30 de março de 2012

Quem pode, pode


O Fluminense fez uma partida confortável contra o Zamora, pela Libertadores. Jogou como quem parecia escolher o melhor momento para marcar e matar o jogo; e foi isso que aconteceu. Rafael Sóbis anotou aos 35 do segundo tempo e classificou com antecedência o Tricolor para as oitavas-de-final da competição.

Cercado de polêmicas, o jogo desta quinta, foi do Flu. O time de Abel Braga sofreu ao menos dois pênaltis na partida: lances duvidosos em Diguinho, Fred e Carlinhos. Na Venezuela os cariocas não fizeram uma boa partida, mas por que podem, afinal são o melhor time da maior competição das Américas. Estavam confortáveis e fizeram o gol da vitória quando estavam pior.

Um time com Fred, Deco, Thiago Neves, Diego Cavalieri, dentre outros, tem o controle de uma partida contra a pior equipe de seu grupo, apesar das adversidades do futebol. Ninguém brilhou, entretanto o conjunto soube jogar a competição com folga, para evitar excesso desnecessário de fadiga, cartões e até lesões.

Agora, classificado, com descanso, o Tricolor das Laranjeiras, terá tempo para se concentrar no Campeonato Carioca (que eu aposto que leva logo na Taça-Rio) e no adversário das oitavas; tendo o luxo de até ignorar o resto da fase de grupos. Abel Braga soube compor uma situação tranquila para fazer o Fluminense dar sequência às boas temporadas que tem feito.

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7 de março de 2012

Depois é só desafio

O Vasco bobeou demais na partida aparentemente fácil contra o Alianza Lima. Dominaram o jogo, porém perderam gols importantes e não aproveitaram o mando do jogo. Venceram apertado e o saldo de gols que poderia ser bem maior deve fazer falta na briga pela classificação com o Libertad-PAR e Nacional-URU.

26 de janeiro de 2012

Impossível avaliar uma atuação na altitude

O Flamengo jogou ontem a primeira partida da pré-Libertadores, contra o Real Potosí. Perdeu, mas ainda é impossível avaliar o Rubro-Negro. Jogando na altitude até a Seleção Brasileira já perdeu para a Bolívia. Se formos analisar um time por um ou dois jogos, podemos dizer então que o Paulista vai ganhar tudo, já que venceu a poderosa Portuguesa por 2-0 e o Comercial pro 3.

10 de janeiro de 2012

Exclusivo: As camisas do Fluminense para 2012

O Fluminense deve anunciar nas próximas semanas seus novos uniformes para 2012 e consegui em exclusivo desenhos que saíram de dentro da Adidas das camisas II, IV e V. O Tricolor das Laranjeiras terá 5 camisas neste ano, mantendo a home (I) e third (III) iguais as de 2011.

23 de junho de 2011

A combinação perfeita

Santos campeão da Libertadores, dando orgulho a seus torcedores e aos adoradores do futebol. Não vejo o Peixe hoje como um rival, mas como um aliado que passa uma bela imagem do nosso grande Brasil, com esse belíssimo futebol, comandado pelo melhor técnico do país, Muricy Ramalho. Além de ótimo futebol, alguns jogadores, mostraram como se deve fazer; saindo da briga e indo comemorar o título.

Merecidamente campeões! Muricy mereceu o título, como ele mesmo disse, e ainda acrescentou dizendo sua famosa frase complementada: "Isso é muito trabalho meu filho!". Encerrou a maldição e venceu a Cobiça Sul-Americana com a combinação perfeita: excelente técnico e time. Agora é ir em busca do Mundial!

Rumo ao Japão, espero que Neymar e Ganso fiquem no clube por um bom tempo. Tudo está nas mãos dos garotos. Caso fiquem, poderemos ver o primeiro melhor do mundo jogando no país verde-amarelo. Legal ver jogadores tão jovens e campeões, ou até mesmo, mais velhos (como Durval e Edu Dracena), só fiquei triste pelo desempenho final de Zé Love, que deixará o clube com destino ao Genoa com uma sede de gols, que apesar de tanto esforço não foi cessada.

Já pensaram em ver Neymar X Messi? Ganso X Xavi/Iniesta? Será excelente. Essa conquista mostra o potêncial desses garotos, que espero que nos representem em 2014.
Só lamento pela confusão no fim do jogo... mas isso é o de menos!
Parabéns Peixe! Tri-campeão da Libertadores.