28 de dezembro de 2011

O poder parisiense

O Paris Saint-Germain mudou completamente sua postura desde a compra do clube por milionários árabes. Desde então o clube gastou muito bem essa fortuna com contratações auxiliadas pelo diretor Leonardo. 43 milhões de euros forma pagos pelo meia-armador Pastore que tem feito sucesso no clube, entretanto a vida do PSG em competições internacionais não foi fácil.


O clube que tinha tudo para deslanchar na Europa League caiu na primeira fase e terá que se contentar com o Campeonato Francês, no qual briga com o aparentemente frágil Montepellier e os grandes Lille e Lyon pela liderança da competição. Os 40 pontos, 3 na frente do segundo colocado, podem parecer muito, entretanto o time está abalado e um reviravolta pode ocorrer.

Muito dinheiro foi investido no clube e mais ainda deve sair dos bolsos árabes para trazer estrelas mundiais, com isso a obrigação de vencer os campeonatos europeus se torna maior. Caso um bom título (ou mesmo uma boa campanha) não for conquistado no ano que vem, a situação ficará complicada. Beckham, Alexandre Pato e Hulk podem reforçar os parisienses em 2012, se renderem tudo que prometem o time será "invencível", mas por outro lado pode ser um belo dinheiro jogado fora.

O que penso ser o mais importante na formação de um time como esses não é apenas lotar o clube de estrelas, como o Málaga tenta fazer, mas sim adquirir um estilo de jogo forte. O PSG joga no popular 4-2-3-1, tendo seu poder concentrado no armador Pastore e nos pontas Ménez e Nenê. Hulk ajudaria pelo lado direito, o qual não é muito forte com o francês enquanto Pato poderia fazer o papel de matador que tem como encarregado Gameiro.

O dinheiro está entrando de forma desmoderada, como no Manchester City e Real Madrid. Ao mesmo tempo que faz os olhos brilharem pode também estragar uma equipe bem montada. O treinador tem que saber montar seu time bem, independente de seus nomes. É importante ter excelente plantel, pois assim peças serão substituídas facilmente. Com todos esses pontos fica na ar a questão, será que o PSG pode ser um novo Manchester City?

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