14 de fevereiro de 2012

O estraga prazeres


O vídeo é grande, mas vale a pena ver os bons lances e as falhas grotescas.

Vasco e Fluminense fizeram uma partida espetacular no domingo, a qual infelizmente não consegui ver. O Tricolor abriu o placar com Thiago Neves, porém o clube cruz-maltino virou com dois gols de Alecsandro. O jogo foi perfeito: bem organizado, com lances lindos e defesas mais ainda, todavia tudo estava bom demais...


Alguém tinha que estragar essa beleza e novamente foi um árbitro. Essa cena de juiz estraga jogo se repete mais uma vez no Brasil e as coisas não podem seguir deste jeito.

A Comissão de Arbitragem da FERJ - Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro - (não só ela) não prepara seus profissionais que podem estragar investimentos milionários (como bem lembrou o blogueiro Rica Perrone). Da mesma forma que clubes treinam todos os dias e tem uma ótima preparação para entrar em campo e criar um espetáculo; os juízes deveriam ter um espaço e a obrigação de fazer o mesmo, afinal, são parte do show.

A culpa não foi só de Antônio Schneider, não obstante vejo que o pior vem de trás e é muito maior do que parece. Acredito que ele teve boas intenções, mas falta preparação. O diretor da Comissão de Arbitros da FERJ deu uma declaração pavorosa, disse que reclamam da arbitragem porque é mais fácil e nem admitiu que houveram erros, pior, concordou com as decisões tomadas. Uma vergonha essas federações brasileiras.

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