15 de junho de 2013

Rumo ao título

O Brasil mudou da água para o vinho. Com a saída de Mano Menezes e a entrada de Luiz Filipe Scolari a seleção nacional mudou de postura. Ainda não jogam o futebol que todos gostariam de ver com lances e gols plásticos e fantásticas goleadas, mas isso chega até a ser utópico.


O futebol da Seleção Brasileira de 1970 possivelmente jamais será visto novamente, portanto devemos adaptar nossos pedidos. Vitórias por 3 a 0 (como foi hoje contra o Japão e na semana passada contra a França) e empates com boas demonstrações (como a por 2 a 2 contra a Inglaterra) devem ser os novos pedidos dos brasileiros, que convenhamos, não seriam nada exagerados.

Bons jogadores para atender a esses pedidos dos torcedores nós temos. Neymar provou com o seu golaço aos três minutos nessa estréia da Copa das Confederações que é sim o craque do Brasil. Paulinho é sim o volante ideal para a nossa equipe, visto que defende e ataca como poucos jogadores dessa função. E Oscar poderá ser nosso maestro em 2014, fato confirmado com o passe fantástico para o gol de Jô que concluiu a goleada sobre a seleção nipônica neste sábado.


A presença dos outros jogadores ainda é importantíssima e alguns dúvidas ainda ajudam à evolução do Brasil. A indecisão sobre quem jogará na meia-direita (Hulk ou Lucas) cria um clima de competição saudável, o qual provoca evolução do nosso futebol.

A experiência de Felipão deu novas feições à Seleção. Agora, o Brasil sabe aproveitar melhor as suas chances e não teme mais as outros potencias do mundo da bola. O time de Oscar, Neymar, Thiago Silva, Marcelo e companhia começa a ganhar forma: a forma de um campeão não só da Copa das Confederações, mas quem sabe da Copa do Mundo.

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