12 de junho de 2014

Hoje é dia de repetir a história


Já se passaram quatro anos que o Brasil jogou a última Copa do Mundo e caiu diante da Holanda; já faz oito anos que a Seleção Brasileira (comandada por Parreira) teve seu jogo de estreia contra a Croácia; há doze anos Felipão comandava a equipe que levantaria a taça no final da competição e por fim, 64 anos atrás o Brasil abria um Mundial devido ao fato de jogar em casa.

Nesse contexto, fica claro que a história é cíclica: hoje, o Brasil comandado por Felipão e Parreira abrirá a Copa do Mundo no Itaquerão (em casa) contra a mesma Croácia afim de vencer, avançar de grupo e enfrentar provavelmente de novo a Holanda no mata-mata. Cabe reconhecer, deste modo, que a maioria dos brasileiros torcem para que o que é de bom se repita (a vitória sobre a Croácia, a festa de 50 e é claro, o título de 2002) e o que entristeceu o país seja superado.

É nesse ambiente que se forma um time guerreiro, melhor que o 2010, que dará o sangue para hoje bater os croatas. Nessa fase de grupos, contudo, vale constatar que o Brasil não terá vida fácil. Se não fosse pelo grupo D (com Inglaterra, Itália e Uruguai) o A seria facilmente o temido "grupo da morte". Em contexto assim, não é de admirar que Neymar e companhia vençam por placares baixos, já que qualquer ponto nessa fase de tiro curto importa muito, ainda mais para México, Croácia e Camarões, que sonham com inimagináveis boas campanhas.

Sobre o jogo de hoje o Brasil deve ir com seu tradicional time titular (como vê-se na prancheta). Júlio César fechando de baixo da trave com o auxílio de Thiago Silva e David Luiz (ótimo lance). Daniel Alves e Marcelo são os laterais, que auxiliam no ataque e tem seus avanços cobertos por Luiz Gustavo. Ao seu lado, vem Paulinho, organizador e cabeceador do Brasil. Mais na frente Neymar, Oscar e Hulk ocupam o meio/ataque. O meia do Chelsea deve se responsabilizar por organizar as jogadas enquanto os atletas do Zenit e do Barcelona se encarregam de finalizar e acompanhar Fred dentro da área.


Acrescentando a esse confronto é bom lembrar dos melhores atletas de cada equipe: Neymar e Modric. O camisa 10 brasileiro é o típico craque, que mesmo não fazendo uma estupenda temporada no Barcelona tem bons números (imagem 1). Sobre o croata, não se engane, mesmo com números inexpressivos ele foi essencial na campanha do Real Madrid para conquistar a Champions League.

Por essa lógica seria aceitável que o Brasil, com um time mais experiente e com melhores jogadores, vencesse sem muitas dificuldades. Essa, porém, é uma tarefa trabalhosa, visto que Olic e Modric podem complicar a vida dos brasileiros .Sendo assim, a vitória deve vir de qualquer forma, mas não por uma goleada, assim como em 2006. Palpite: 2 a 0, um de Fred e um Paulinho, e que esse será o primeiro passo para repetir o sucesso de oito anos atrás.

#VaiTerCopa
#VamosBrasil!

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