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25 de março de 2012

Esse é o Corinthians

O Corinthians de 2012 aparenta ser o mesmo de 2010 e 2011: um time regular, de qualidade e que vence com quase todas por apenas um gol de diferença. Não importa a fase para o Timão, a equipe pode não viver o melhor momento, mas quando é para decidir fazem questão de se impôr; seja clássico ou não. Neste domingo confirmaram tudo isso ao vencer o Palmeiras, que venceu melhor suas últimas partidas.


Ralf, Paulinho, Danilo, Fábio Santos e alguns poucos outros são jogadores que rendem independente da fase; eles garantem o time o regular e eficiente que o alvinegro da capital. O volante camisa 8 foi o cara de hoje. Marcou um dos gols da rápida virada corintiana, além de fazer a transição da defesa para o ataque.

O futebol é uma caixinha de surpresas, os clássicos então são completamente imprevisíveis. O alviverde assustou Júlio César várias vezes com Marcos Assunção e na terceira tentativa a bola acabou entrando. O primeiro tempo terminou a vitória parecia certa para o time de Felipão, porém na etapa final o jogo parecia ser outro.

A equipe de Tite botou a bola pra frente e ignorou os adversários que até então eram os favoritos no clássico. A força para virar foi tão grande que em 3 minutos apenas marcaram dois gols (um com Paulinho e outro contra de Márcio Araújo).

Além da volta por cima do Corinthians e a falta de manter um bom jogo do Palmeiras (com as péssimas substituições do Felipão) me impressionei com a irracionalidade de alguns jogadores. Existem atletas que não gosto nem de ver jogando, como é o caso de Jorge Henrique. Não jogam tanta bola e brigam, empurram, se jogam e até incitam a violência. Em um clássico como esse tem que existir o maior cuidado com o fair play, pois qualquer coisa as organizadas acham que é pra briga. Como disse Rica Perrone: Eles não gostam de futebol. O esporte pra eles é briga e uma falta mais pesada é motivo pra matar o adversário.

Alguns clássicos infelizmente chegaram a esse ponto de violência em que sempre tem que sair feridos e mortos. É o absurdo do futebol. Dentro de campo vemos uma virada espetacular, um jogo equilibrado e o futebol-arte. Fora dele é guerra. Chegamos a um ponto em que o torcedor comum tem medo de ir ao estádio. As brigas e a derrota do Verdão não deixaram Chico Anysio feliz.

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