14 de fevereiro de 2013

Só um canta de Galo

O Galo forte de vingador acordou novamente e de volta à Libertadores e contra o São Paulo, não se intimidou e com o menino Bernard e os nem tão meninos, Réver e Ronaldinho, decretou a vitória no estádio Independência, seu novo trunfo.


O Atlético Mineiro desde que começou a jogar no estádio Independência mudou de face. O fraco e decadente Galo reviveu e voltou a ser conhecido conhecido como o Galo forte e vingador, descrito no hino. Desconhecendo essa antiga fama do clube, o São Paulo tentou invadir o poleiro, mas foi o time de Ronaldinho Gaúcho, Réver e Diego Tardelli que cantou de galo.

A grande massa atleticana ainda se acomodava nas dependências de "seu" estádio para ver a reestreia de Diego Tardelli e Ronaldinho já tratou de receber a bola tão malandramente (será?) como bater falta por de baixo da barreira e bater cruzado para Lúcio e Jô se embolarem e abrirem o placar. A primeira falha da defesa tricolor já estava ai, no primeiro gol.  Desconhecendo as regras do futebol, fizeram a popular linha burra em cobrança de lateral, na qual não há impedimento.

A partir disso o jogo pegou fogo. Bernard e R10 não deram descanso a Rhodolfo, Lúcio, Rogério Ceni e companhia. Os torcedores tricolores já estavam aflitos em casa e cabisbaixos só esperavam o segundo gol do Atlético. Segundo tento, o qual só foi aparecer quando era justamente o São Paulo que dominava a partida. Aloísio, Osvaldo e Jádson (depois Ganso) já tinham uma certo controle sobre o jogo, todavia foram negligentes e respeitosos demais e aí estava a segunda falha capital. O respeito foi tão excessivo que só assistiram o camisa dez alvinegro cruzar para a torre, Réver, fazer o segundo aos 27 do segundo tempo.

As esperanças iam embora junto com os torcedores tricolores que já cruzavam os portões de saída do Independência. Justamente nesse momento, Aloísio pôde invadir a área e chamar de volta o ânimo e os torcedores com um gol aos 37 do segundo tempo. Daí pra frente o Galo fechou a porta do poleiro para tentar a invasão. Foram muito eficientes, mas também contaram com a sorte. Marcos Rocha afastou mal a bola e deixou para Ganso que de frente para o gol perdeu e determinou mais um jogo de invencibilidade do Atlético Mineiro dentro de "seu novo estádio".

Apesar de Ronaldinho ter usado toda a sua malandragem e ter efetuado duas assistências, o meu prêmio de homem-do-jogo fica com o Réver, que de tão conciso e seguro na defesa, foi para a área adversária deixar o seu gol. Os pernas-de-pau foram definitivamente os defensores do São Paulo, que lentou e confusos deixaram o ataque mineiro deitar e rolar.

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Um comentário:

  1. Será difícil vencer o Galo em seus domínios, sobretudo neste alçapão. Se R10 a meu ver não dá mais na Seleção, quando quer ainda desequilibra no cenário nacional. Mas o SPFC não deve se desesperar, creio que passarão os 2 de fase. A não ser que os deuses do futebol aprontem.

    Saudações!!!

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